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Tratamento menopausa

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A terapia hormonal, também conhecida como terapia à base de hormônios de substituição (TRH),  alivia os sintomas da menopausa, mas existem riscos para algumas mulheres, como câncer de mama, doenças cardíacas coronariadas, derrames e tromboembolismo.

Além dos TSH, existem remédios alternativos (leia em fitoterapia menopausa), além dos listados abaixo:

- antidepressivos leves, como a venlafaxina (Efexor). Este medicamento ajuda a reduzir as ondas de calor em 60% e pode ser comprado através de uma prescrição médica, no entanto, ele pode ter efeitos secundários (ex: náuseas, vertigens,...). Converse com o seu médico.

Em agosto de 2013, a paroxetina teve nos EUA, pelo FDA, sua indicação estendida a para o tratamento de ondas de calor. A dose recomendada é de 7,5mg na hora de dormir (fonte: Pharmavista.net, 10/08/2013). Dois estudos clínicos demonstraram a superioridade deste fármaco em comparação com o placebo.

- gabapentina (Neurotin). Este medicamento ajuda a acalmar as dores e pode ter um efeito positivo sobre as ondas de calor. Consulte o seu médico.

Tratamento menopausa- tratamentos  para a osteoporose (ex: bifosfonatos,...)

- estrogênios vaginais (em forma de comprimidos, anel, creme vaginal,...) para combater a secura vaginal que pode perturbar as relações sexuais. Os estrogênios vão agir diretamente sobre a secura vaginal, converse com o seu médico a respeito. Além disso, para combatê-la, é possível utilizar também um gel lubrificante, que pode ser adquirido em farmácias sem necessidade de prescrição.

Nos casos com sintomas significantes de menopausa, a TRH continua sendo uma boa opção quando usada em baixas doses e por um período de tempo curto.

Somente o seu médico pode prescrever tratamentos apropriados à base de hormônios após ter verificado o conjunto dos riscos e benefícios.

Observações sobre os THS:

Quando se deve tomar hormônios de substituição (TRH)
Os tratamentos de hormônios de substituição (ou TRH) na menopausa obtiveram novas recomendações durante o ano de 2004 (renovado por um estudo francês do Inserm, em 19 de novembro de 2005). Todavia, segundo uma nova pesquisa do Inserm (2005), os TRH não são todos idênticos, distinguimos também os TRH com estrógeno ou os TRH com combinações de estrógenos e progesterona micronizada (de estrutura idêntica à progesterona natural). Estes dois tratamentos (estrógeno único e hormônios micronizados) não apresentariam nenhum risco (ou menos risco) de provocar câncer de mama para as pacientes em relação aos tratamnetos com THS clássicos.

Para os TRH clássicos (associação de estrógenos aos progestativos de síntese), os médicos recomendam tomar hormônios para a menopausa somente se a paciente sentir ondas de calor. Além disso, a paciente não precisa de contra-indicações (>> ver abaixo) e deveria ser sempre informada pelo médico dos prós e contras da prescrição hormonal de substituição (TRH), e a duração do tratamento não deveria passar de 3 anos. É também possível, com o acordo do seu médico, sondar uma alternativa natural à base de planta, >> saber mais sobre isso.

Tal prudência na prescrição dos TRH ocorre devido ao aumento de 40% dos casos de câncer de mama sob tratamento TRH. 40% pode parecer muito, mas falamos de 5 entre 1000 mulheres com 55 anos que desenvolverão câncer de mama com ou sem TRH. Podemos falar de 7 mulheres, ou seja 2 a mais com TRH, o que é muito e pouco, por isso a dificuldade da decisão de tomar ou não um TRH em caso de sintomas graves da menopausa. Porém somente o seu médico poderá realmente lhe informar sobre este risco-benefício.

A tomada de hormônios para combater a osteoporose não está comprovada, então para essa única indicação não é aconselhado tomar hormônios de substituição.

Uma vez tomada à decisão de utilizar a TRH, deve-se considerar o tipo de hormônio e a forma de administração.

O estrógeno está disponível em muitas formas: oral, transdérmico, gel e loção tópicos, creme e capsulas intravaginais e anéis vaginais. Em alguns países, o estrógeno pode ser administrado através de implantes subcutâneos.  Os estrógenos mais utilizado são os orais e os transdérmicos.

Estrógenos orais: tem um maior efeito sofre o fígado, aumenta a produção de alguns produtos hepáticos como algumas globulinas, triglicérides, colesterol HDL, fatores de coagulação, esses produtos são mininamentes aumentados nos transdérmicos.

Os estrógenos transdérmicos são utilizados quando os efeitos listados pelo oral não são desejáveis. O transdérmico pode diminuir a massa gorada e aumentar a massa magra do corpo.

Os diferentes tipos de estrógenos têm eficácia semelhante.

A adição de progesterona ao tratamento de TRH é recomendada para mulheres não histectomisadas, o que diminui a probabilidade de câncer endometrial. Mas para mulheres histectomisadas o uso de progesterona, não é recomendado.

O uso de testosterona em casos de perda de libido pode ser considerado, mas deve ser bem estudo, pois apresenta diversos efeitos colaterais.

Contra-indicações à tomada de hormônios de substituição

- Mulheres que não tomaram hormônios de substituição durante os cincos anos posteriores ao início da menopausa (por exemplo, se uma mulher de 60 anos que teve a menopausa aos 50 anos decide tomar um TRH, existe uma contra-indicação, pois faz mais de cinco anos, neste caso, dez anos, que ela não teve contato com hormônios, os seus ou os TRH);

- Tabaco, se a mulher for fumante;

Hipertensão;

- HDL: colesterol inferior a 0.9 mmol/l;

- Colesterol superior ou igual a 6.2mmol/l;

- Triglicérides superior ou igual a 2.2 mmol/l

lista não completa de todas as contra-indicações. Para uma informação completa queira ler a bula da embalagem do seu THS.

2.TRH e sono, observação interessante:

O fato de seguir um tratamento hormonal de substituição (TRH) na menopausa não previne os problemas do sono causados neste período da vida.

Se as transpirações noturnas (ondas de calor) podem ser amenizadas por um tratamento hormonal de substituição ou por medicamentos naturais para a menopausa, os distúrbios do sono, em compensação, não podem se curar com os TRH, como demonstra uma pesquisa (2005) de pesquisadores da Universidade de Michigan (USA).

Continuação: fitoterapia menopausa

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author Observação da redação: este artigo foi modificado em 20.10.2014.
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Última atualização:
20.10.2014

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Última atualização do site: 19.12.2014