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Em geral, uma alimentação saudável (frutos, legumes, cereais, carnes,..) é suficiente para adquirir uma quantidade adequada de vitaminas, por outro lado, em caso de doenças, em determinados períodos da infância (por ex. em bebês que precisam de complementos em vitamina D,..), na convalescência ou ainda, no caso de uma má alimentação, um suplemento externo (por exemplo, em forma de comprimidos disponíveis em farmácias) é necessário. Às vezes, o uso de vitaminas pode também exercer um efeito preventivo, como por exemplo, o uso de vitamina C ou ácido fólico que ajudam a combater respectivamente a síndrome gripal e a espinha-bífida. Estas são as vitaminas: Vitaminas *lipossolúveis: Vitaminas *hidrossolúveis: - Biotina (vitamina H) - Vitamina B1 (tiamina) - Vitamina B3 (niacina) - Vitamina B5 (ácido pantotênico) * Explicação e definição de vitaminas lipossolúveis e hidrossolúveis - Vitaminas hidrossolúvies: Vitaminas solúveis na água: vitaminas que são eliminadas com maior rapidez na urina, pois são hidrossolúveis.
Suplementos vitamínicos desnecessários e perigosos para as mulheres maisWASHINGTON – Os suplementos vitamínicos são inúteis para a maioria das pessoas. Alguns deles podem até mesmo levar a riscos fatais em mulheres mais velhas, segundo um estudo publicado nos Estados Unidos.Os suplementos de ferro estão entre os mais preocupantes, dizem os pesquisadores, enquanto que aqueles à base de cálcio parecem estar relacionados, pelo contrário, com uma diminuição no risco de mortalidade, segundo o estudo publicado por “Archives of Internal Medicine”, uma publicação da Associação Médica Americana. “Descobrimos que vários suplementos vitamínicos e minerais frequentemente utilizados, como os produtos multivitamínicos, a vitamina B6, ácido fólico, ferro, magnésio, zinco e cobre, estão ligados a maiores riscos de morte” observam os autores americanos e finlandeses. Consumo em aumento Este estudo foi realizado utilizando dados de outro estudo realizado em Iowa (centro dos Estados Unidos), incluindo questionários preenchidos por 33.772 mulheres com idade média de 62 anos. Lá elas relataram o consumo de suplementos vitamínicos em, 1986, 1997 e 2004. A proporção das que consomem suplementos nesta amostragem aumentou de 66% em 1986 para 85% em 2004. O estudo publicado segunda-feira aponta o ferro como “fortemente” ligado ao aumento da mortalidade, dependendo da dose absorvida. Os autores observam, no entanto, que eles foram incapazes de determinar se as razões que levaram essas mulheres a absorver o ferro poderia explicar a maior taxa de mortalidade. Eles salientam que mais estudos são necessários. O cálcio, no entanto, estava do seu lado e não relacionado a uma diminuição da mortalidade. Mais não é melhor Os resultados “reforçam nossa crença de que certos suplementos antioxidantes como a vitamina E, vitamina A ou beta-caroteno, pode ser perigoso”, notam os médicos em um comentário que acompanha o estudo. “O paradigma mais é melhor é errado”, acrescentam, observando que eles não recomendam o uso preventivo de tais suplementos, pelo menos, “em uma população bem nutrida”. “Vemos pouca justificação para um uso generalizado e extensão destes suplementos”, concluem os autores do estudo. Cerca de metade da população dos EUA toma suplementos vitamínicos. Eles representam um mercado de 20 bilhões de dólares. Criasaude.com.br, 18 de outubro de 2011 PUBLICIDADE
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