Câncer do rim: duas vezes mais freqüente em fumantes

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Na França, a cada ano, entre 7000 e 8000 casos de câncer do rim são diagnosticados. “Esse câncer surge sobretudo por volta dos 60-70 anos, e é três vezes mais freqüente nos homens do que nas mulheres” destaca a Federação Nacional dos Centros de Luta Contra o Câncer (FNCLCC). 

O tabaco consta mais uma vez entre um dos principais fatores de risco. O câncer do rim é de fato duas vezes mais freqüente nos fumantes. Os sinais reveladores não são específicos. “Pode haver sangue nas urinas (hematuria), dores lombares ou uma alteração progressiva do estado geral, classicamente com um pouco de febre”, explica a Liga contra o câncer. “Às vezes, a descoberta ocorre por acaso, em um exame clínico quando o tumor está suficientemente grande para ser palpável ou no caso de uma ecografia ou scanner abdominal”.

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O diagnóstico deste tipo de câncer é feito essencialmente através de uma ecografia renal e um scanner abdominal. A IRM também pode ser útil. “O tratamento é antes de tudo, cirúrgico, com a ablação do rim”, explica a Liga. É o que os especialistas chamam de nefrectomia. Em caso de metástases, os cancerologistas recorrem à quimioterapia.

“A imunoterapia também pode ser uma opção terapêutica depois da cirurgia. Já a radioterapia tem pouca eficácia sobre o câncer do rim”. O prognóstico depende do estágio da doença. Nas formas localizadas, sem metástase, a sobrevida de 5 anos se estabelece em 80%.

Ler: parar de fumar

Fonte: Federação Nacional dos Centros de Luta contra o Câncer – Liga contra o câncer, maio de 2010

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Observação da redação: este artigo foi modificado em 14.04.2017