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Fadiga

Resumo fadiga

10 alimentos contra a depressãoA fadiga, também chamada de astenia, é um dos sintomas frequentes encontrado na sociedade atual. Ela é “normal” quando ocorre após um período de trabalho intenso, estresse ou noites curtas e uma boa noite de descanso ou merecidas férias são suficiente para livrar-se da fadiga. No entanto, quando a fadiga se instala, embora tenham sido feitos esforços para não mais sofrer deste mal, é bom refletir sobre as causas deste último. Muitas vezes considerada banal, no entanto pode ser um sintoma de uma doença subjacente, mais grave: infecção, depressão, câncer, etc.

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No entanto, na maior parte do tempo a fadiga é causada por maus hábitos de vida, como excesso de trabalho, tarefas domésticas e familiares, falta de sono, má alimentação, etc.

Os sintomas mais frequentemente descritos em casos de fadiga crônica são as musculares, assim como as dores de cabeça, mau humor e um grande cansaço. O menor esforço causa fadiga severa. Os sintomas de fadiga estão descritos no tópico de sintomas da doença de fadiga. É aconselhável consultar um médico quando a fadiga crônica se instalar ou quando tenham sido tomadas medidas de higiene e dietéticas sem sucesso.

Quando uma doença subjacente causa a fadiga, que pode ser detectada pelo médico como anemia ou hipotireoidismo, é a causa por si só a ser tratada. Para encontrar estas causas, o médico pode utilizar uma análise adicional através da realização de um exame de sangue ou solicitar radiografias. Nos casos em que nenhuma causa pode ser encontrada, o médico recomenda tomar fortificante e muito descanso. Diferentes fortificantes e suplementos dietéticos são descritos na seção de tratamento de fadiga.

Mas para evitar a fadiga é essencial ouvir o seu corpo, como dormir suficientemente, ir a lugares de repouso e tranquilidade, longe do estresse diário. É também importante comer adequadamente para evitar deficiências, tais como vitaminas e oligoelementos. Leia outros conselhos em conselhos terapia e prevenção da fadiga

Para concluir este resumo, podemos dizer que a fadiga é um sintoma comum. Ela pode esconder uma doença mais grave. Portanto, devemos ter cuidado e falar com um médico.

Ler: 12 dicas de alimentos para derrubar o cansaço5 causas médicas de fadiga persistente

Definição

A fadiga não é uma doença propriamente dita, mas quase sempre o sintoma de uma doença ou um distúrbio subjacente.

A fadiga passageira afeta todas as pessoas em algum determinado momento da vida, como após uma noite mal dormida, ou após um trabalho muito intenso. Determinadas pessoas também sentem-se muito cansadas quando não dormiram o suficiente,é neste último caso que falamos em fadiga.

Estas pessoas afetadas pela fadiga devem consultar um médico que irá procurar a causa e ajudará a tratar esta doença.

A fadiga pode ser tanto física como psicológica. É muitas vezes notada que a fadiga física é mais pronunciada durante a noite, já a fadiga emocional mais pronunciada pela manhã e diminui um pouco durante o dia.

A fadiga crônica (síndrome da fadiga crônica)

Nós falamos sobre fadiga crônica ou síndrome da fadiga crônica quando a fadiga dura mais de seis meses. As causas não são claramente conhecidas e os tratamentos não são específicos.

De acordo com um estudo publicado em fevereiro de 2015 na revista Sciences Advances, a síndrome da fadiga crônica (também chamada de encefalomielite miálgica) é uma doença biológica e não psicológica. De acordo com os pesquisadores, é possível identificar a doença com marcadores (principalmente citocinas) no sangue.

Os investigadores testaram os níveis de 51 marcadores do sistema imunológico, no plasma de 298 doentes e 348 pessoas saudáveis. Eles descobriram que o sangue de pacientes com a doença durante três anos ou menos continham níveis mais elevados de moléculas chamadas citoquinas. No entanto, o sangue de pacientes com a doença durante mais de três anos, não mostram este nível de citocinas. “A ligação parece excepcionalmente forte com uma citocina chamada interferon gamma, ligada à fadiga depois de muitas infecções virais”, de acordo com o estudo.

A síndrome da fadiga crônica é caracterizada por uma fadiga extrema, dores de cabeça, dificuldade de concentração e dores musculares.

Ler: Confirmada a origem infecciosa da Síndrome da Fadiga Crônica

Causas

As causas da fadiga  são inúmeras, aqui estão as principais razões que podem levar à fadiga:

– A anemia (freqüentemente devido a uma carência em ferro), é o caso em determinadas mulheres que sofrem com distúrbios menstruais, com fortes sangramentos ou em mulheres que pariram recentemente;

– A hipotireoidismo (distúrbio da tireóide);

– Uma doença infecciosa como a mononucleose, a herpes, a gripe, um resfriado, uma sinusite, a AIDS….

–  Distúrbios ou dificuldades psíquicas como a depressão, o estresse, uma sobrecarga, ansiedade, um burnout,…

– Distúrbios hormonais em mulheres: menopausa, sindrome pré-menstrual;

– A gravidez;

– Uma doença metabólica como o diabetes;

– A tomada de determinados medicamentos que causam sonolência (medicamentos contra a tosse, miorelaxantes, calmantes,…);

– Diversas doenças reumatismais (incluindo a fibromalgia);

– A hipertensão ou a hipotensão;

– Um câncer;

– A apnéia do sono;

– Uma alergia (a um alimento, aos pólens,…);

– Distúrbios do sono;

– Uma má absorção de determinados nutrientes essenciais como as vitaminas, os oligo-elementos ou os minerais (uma das principais fontes de fadiga);

– Um consumo excessivo de cafeína ou de bebidas ricas em cafeína (coca, café, chá gelado,…).

De fato, a cafeína tem um efeito estimulante e permite combater a fadiga, mas paradoxalmente um consumo excessivo de cafeína pode também levar à fadiga, pois existe uma tolerância que se instala na substância e acaba se tornando necessária uma quantidade cada vez maior de cafeína para lutar contra a fadiga, ou seja, há instalação de um círculo vicioso.

Conselho: diminua ou interrompa o consumo de cafeína.

– Uma infecção do tractus urinário (doença tratada e diagnosticada);

– Problemas cardíacos como o infarto do coração. A fadiga pode ser um sinal de infarto, especialmente em mulheres, a fadiga pode estar presente por meses antes do ataque cardíaco.

– Doenças auto-imunes (lúpus,…);

– Doenças musculares;

– Má alimentação (ex.: fast food);

– Desidratação;

– Casa ou local muito quente;

– Alcoolismo

Ler: 5 causas médicas de fadiga persistente

Fadiga crônica

A fadiga crônica (duração > 6 meses), muitas vezes conhecida como síndrome da fadiga crônica, não tem uma causa definida, estudos mostram que pode estar relacionado com uma infecção prévia, com problemas no sistema imune, com problemas no sistema nervoso central, problemas psiquiátricos, problemas musculares e problemas alégicos, mas nenhum estudo foi conclusivo.

Observação: às vezes é difícil de encontrar a causa, a fadiga pode ser então uma doença complexa com inúmeras causas (conhecidas ou desconhecidas) e parâmetros.

Síndrome da fadiga crônica e microbioma
Confirmada a origem infecciosa da Síndrome da Fadiga CrônicaUm estudo publicado em 23 de junho de 2016 na revista especializada Microbiome mostrou que as bactérias intestinais do microbioma em pacientes com síndrome da fadiga crônica (SFC) não foram considerados normais. Cientistas da Universidade de Cornell, no Estado de Nova York (EUA), têm observado um decréscimo no número de espécies bacterianas e menos espécies bacterianas conhecidas para o efeito anti-inflamatório no microbioma, em comparação com pessoas saudáveis. Os pesquisadores também conseguiram identificar marcadores biológicos do SFC no sangue. Este estudo é mais uma evidência de que a origem desta síndrome não é psicológica.
Ler mais: A causa da síndrome da fadiga crônica poderia estar no intestino e não na cabeça

Grupos de risco

As pessoas podem sofrer de fadiga são as seguintes:

– pessoas que sofrem de anemia

– mulheres com menstruação abundante ou de longa duração

– mulheres grávidas

– pessoas que sofrem de hipotireoidismo

– pessoas que sofrem de câncer

– pessoas que sofrem de distúrbios do sono

– pessoas que sofrem de doenças digestivas, impedindo a absorção adequada dos alimentos

– pessoas que sofrem de várias infecções, incluindo mononucleose

– pessoas que sofrem com a desnutrição

– pessoas estressadas e perfeccionistas

– pessoas que sofrem com a ansiedade, depressão, esgotamento

– pessoas que tomam medicamentos com efeitos colaterais, tais como, a fadiga, a sonolência (leia a bula, fale com o seu farmacêutico)

– pessoas que sofrem de DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica)

– pessoas que sofrem de artrite reumatoide

– pessoas que sofrem de fibromialgia

– os diabéticos

– pessoas que sofrem de desidratação (como os idosos, que muitas vezes não bebem o suficiente  e que são as primeiras vítimas quando há ondas de calor)

Note que muitas vezes os fatores de risco coexistem. Por exemplo, uma mulher pode sofrer de anemia devido à menstruação muito abundante. Ansiedade, depressão ou o esgotamento podem levar a distúrbios do sono. Todos, resultando em fadiga.

Sintomas

Os sintomas de fadiga podem ser:

– Muitas vezes se sente cansado, mesmo tendo dormido bem e tem dificuldade para se levantar de manhã

– Diminuição da energia em geral

– Um esforço pequeno provoca uma fadiga intensa

– Humores muito tristes (em casos de depressão) e variáveis (raiva)

– Dificuldade de concentração, perda de memória, esquecimento frequente

– Dificuldade em executar tarefas diárias

– Desinteresse por atividades antes consideradas interessantes. Menos entusiasmo para desfrutar a vida.

– Atitude perdedora, resignação. Não é descrita por uma pessoa pessimista (um traço de caráter), mas a mudança na atitude de uma pessoa fadigada já não reconhece o seu comportamento.

Ansiedade, agonia

Dores de cabeça

– Dores musculares

– Pessoas fadigadas podem ficar doentes com mais frequência, porque seu sistema imunológico é muitas vezes fraco.

Uma pessoa sofrendo de fadiga pode ter um ou mais sintomas.

Estamos falando de fadiga crônica, quando a fadiga e os seus sintomas estão presentes por mais de 6 meses.

Também é possível que a fadiga crônica faça com que a pessoa fique doente em um círculo vicioso, colocando à margem da sociedade. Por causa disto, vai ser mais difícil da pessoas ficar motivada para avançar. Pode facilmente afundar na depressão, por exemplo.

Diagnóstico

Durante uma consulta devido a fadiga, o médico irá entender os sintomas descritos pelo paciente.

O médico pode, por meio de perguntas, relacionar a algumas doenças, ou de outra forma, solicitar análises adicionais.

Ele irá abordar, em particular:

– o momento em que a fadiga começou. É se dura mais de 6 meses ou menos?

– os sintomas associados à fadiga (dor de cabeça, dor muscular, dificuldade de memória ou poder de concentração reduzido,…)

– as medidas já tomadas pelo paciente (estilo de vida saudável, dieta, estresse na vida diária).

– se o sono é restaurador, ou não? Número de horas de sono.

– os medicamentos que estão sendo tomadas pelo paciente. Na verdade, a sonolência e fadiga são efeitos colaterais comuns de muitos medicamentos. O médico pode decidir reduzir a dose do medicamento suspeito ou mudar o medicamento, optando por uma molécula que tenha menos efeitos colaterais, mas que é tão eficaz quanto.

Se necessário, o médico pode solicitar outros testes complementares, como exames de sangue ou radiografias. Estes testes podem mostrar uma afecção, uma doença que pode causar fadiga ou não.

Também pode fornecer tratamento para as doenças que causam a fadiga. Podemos, então, pensar em mononucleose ou gripe. No caso de mononucleose, são principalmente tratados os sintomas e recomendo muito descanso e paciência.

No caso da gripe, o médico pode prescrever medicamentos que aliviam os sintomas, se necessário e antibiótico para prevenir complicações bacterianas.

Se, durante a consulta médica o médico descartar qualquer doença biológica (por exemplo, câncer) ou mental (colapso nervoso, estresse), o médico irá recomendar repouso e fortificantes.

Complicações

Pode-se pensar que a fadiga não é grave por si só e algumas horas de sono ou umas boas férias são suficientes para parar o mal-estar.

No entanto, a fadiga pode ser um sintoma de uma doença mais grave, tal como o câncer. Neste caso, é absolutamente necessária à identificação da doença a tempo e tratá-la adequadamente. Pode parecer um exagero pensar imediatamente em um câncer, mas podemos pensar em qualquer outra doença, como a mononucleose, uma infecção com o potencial de contágio que deve ser tratada ou fibromialgia, apenas para citar algumas doenças.

Ser capaz de colocar um nome em um sintoma preocupante, é geralmente muito bom. Saber o que temos, e então parar de se preocupar.

Além disso, uma fadiga “normal” deve ser reduzida quando medidas alimentares e de estilo de vida adequadas são tomadas, como:

– dormir o suficiente (nem muito, nem pouco)

– dormir em horários fixos, acordar em horários fixos (mesmo nos finais de semana)

– comer saudavelmente (o suficiente, sem muita gordura, nem muito salgado, nem muito doce)

– beber o suficiente

– fazer uma atividade física diária (pelo menos 30 minutos de atividade física por dia)

– eliminar o estresse da sua vida (ou pelo menos diminuir)

E possível que a fadiga seja um efeito colateral de alguns medicamentos. Se perceber isto, converse com seu médico, pode melhorar a sua qualidade de vida.

Finalmente, a fadiga pode levar a solidão. A solidão forçada pode levar a depressão, porque a pessoa pode ficar socialmente excluída.

Assim, a fadiga pode parecer banal, em primeiro lugar, mas pode prejudicar muito o doente, se não for levada a sério o suficiente, se nada for feito para detê-la ou para melhorar a vida cotidiana.

Quando consultar ?

É aconselhável consultar o seu médico se:

– a fadiga dura mais de seis meses

– as medidas foram tentadas, sem sucesso (dormir, comer, esportes, redução de estresse)

– existem sintomas associados, tais como dor (muscular, dor de cabeça, etc), falta de energia, apetite, etc.

– a pessoa sentir humor depressivo.

Em geral, deve-se em princípio persistir por 3 a 4 semanas, quando tentar medidas alimentares e de estilo de vida. Se de fato não houver resultados visíveis, em seguida, é aconselhável consultar o seu médico para ver se não há uma causa, uma doença de base. Estas doenças podem ser de natureza orgânica, como câncer ou mental, como estresse, depressão. É também possível que o sistema imunológico esteja enfraquecido.

Similarmente, quando se toma fortificante através da automedicação (seja na forma natural, a base de plantas, de aminoácidos ou outros), é necessário tomá-los por pelo menos duas semanas antes de julgá-los eficazes ou não. Se depois de duas semanas, o cansaço persistir, faça uma consulta com seu médico de família.

Assim, quando a fadiga se instala, é sempre bom questionar seu estilo de vida, tentando melhorar e se ainda assim não funcionar, consulte seu médico para ajudá-lo a erradicar ou para encontrar e tratar a verdadeira causa da fadiga.

Tratamentos

O tratamento da fadiga constitui principalmente na buscada causa. Por exemplo, se a fadiga for causada pelo hipotireoidismo, um tratamento à base de hormônios tireóidianos será proposto pelo médico e a fadiga irá cessar.

Todavia, se o médico estimar que a causa não está relacionada a uma doença subjacente ou a uma infecção passageira ou permanente (AIDS), é possível que a fadiga seja provocada por uma falta ou má-absorção de vitaminas ou oligoelementos.

O médico poderá então prescrever ou aconselhar o consumo de fortificantes como:

vitaminas: por exemplo vitamina C ou B

– oligoelementos: por exemplo o manganês
Quando a fadiga é devido a um sistema imunológico enfraquecido, recomenda-se tomar a seguinte mistura de oligoelementos: Cobre-Ouro-Prata. Esta mistura é geralmente recomendada no outono para fortalecer o sistema imunológico, antes de entrar no período de inverno. No entanto, em casos de fadiga relacionada com o sistema imunológico, pode-se aproveitar esta mistura em outras estações.

– minerais: como o magnésio ou o potássio

– aminoácidos (por exemplo à base de aspartato de arginina).

No caso da síndrome da fadiga crônica, como a sua causa é desconhecida, o seu tratamento visa a melhora dos sintomas e não a cura propriamente dita, portanto o tratamento depende muito dos sintomas do paciente.

Os antidepressivos, antinflamatórios e analgésicos são bastante utilizados. Assim como o tratamento psicológico e a realização de exercícios.

Fitoterapia

As plantas medicinais seguintes demonstraram eficácia na luta contra a fadiga:

Planta adaptógena (que se adapta ao paciente)

o ginseng, a ser consumido em forma de cápsulas, comprimidos ou ampolas (solução bebível) (a planta mais aconselhada em caso de fadiga)

Plantas estimulantes (quase sempre ricas em cafeínas)

Observaçã atenção, em determinados casos, o cosumo muito elevado de cafeína (por plantas ou refrigerantes) pode levar a um círculo vicioso e gerar a fadiga. Portanto, estes devem ser consumidos de preferência sob os conselhos de um médico que poderáindicar o que é melhor para lutar contra o seu problema de fadiga.

– o café, a ser tomado em forma de bebidas, comprimidos ou cápsulas

– o mate, a ser tomado em forma de bebidas, comprimidos ou cápsulas.

– o chá preto, a ser tomado em forma de bebida (chá)

– o chá verde, a ser tomado em forma de bebida (chá)

– o guaraná, a ser tomado em forma de cápsula, bebida energética.

Planta tônica

– a angélica, uma planta tônica interessante

Dicas

– Em casos de fadiga, é necessário, em primeiro lugar, questionar seu estilo de vida. Atividades profissionais e de lazer são bem equilibradas? Ou na verdade as atividades são demais? Estou superestimando minha energia também? Embora as atividades de lazer sejam divertidas e seja bom praticar esportes ou sair para ver os amigos, essas atividades devem ser realizadas de acordo com o seu corpo e as mensagens que ele envia. A fadiga é de fato um sintoma de alerta. Você tem que estar atento.

– Penso nisto, é possível reduzir a fadiga prestando atenção às regras de estilo de vida e na alimentação:

> Dormir em horários fixos (dormir em horários específicos, se levantar em horários fixos, mesmo nos fins de semana). Ao contrário da sabedoria convencional, acordar cedo no fim de semana, permite que o corpo se auto-regula. Dormir demais pode cansar mais!

> Uma alimentação saudável, evitando o excesso de gordura, calorias e sal. Isso evita sobrecarregar o seu corpo, que tem de trabalhar mais para eliminar os excedentes.

> Beba bastante. Deve-se idealmente beber 1,5 a 2 litros de líquido por dia, que pode ser água, suco de frutas, caldos. O café, no entanto, desidrata. A água ajuda a hidratar as células do organismo, o que lhes permite ter um melhor desempenho, mas também permite uma melhor eliminação de toxinas.

> Faça atividade física regular. É aconselhável realizar pelo menos 30 minutos de atividade física por dia. Limpeza, lavar pratos ou a jardinagem são incluídos nos 30 minutos de atividade física. Recomenda-se também, 2 vezes por semana, uma atividade cardiovascular de 1h30min.

– O mais importante é buscar a causa da sua fadiga com o seu médico e remediá-la.

– Tome complementos alimentares ricos em vitaminas, minerais e oligoelementos.

– Tenha uma alimentação saudável, com a ingestão de alimentos ricos em frutas e legumes (que contêm nutrientes essenciais)

– Tente sair mais, se possível na natureza ou em um parque, para reabastecer a energia.

– Pare de fumar, fumar pode aumentar a fadiga.

Prevenção

– Não consuma muitos produtos ou remédios ricos em cafeína (ver em causas da fadiga paraentender a explicação deste conselho).

Fazer uma pequena sesta à tarde pode ser útil, mas atenção, não por mais que 20 minutos (para não entra no ciclo do sono).

Tente dormir o melhor possível, com qualidade.

– Praticar esportes regularmente pode melhorar o estado geral e combater a fadiga.

Tenha uma alimentação saudável, com a ingestão de alimentos ricos em frutas e legumes (que contêm nutrientes essenciais)

Cuide do seu equilíbrio de vida, balanceando o trabalho e a vida pessoal. Problemas de ordem psicológica podem levar à fadiga.

– É também necessário equilibrar cuidadosamente o seu lazer, que não devem impedir o descanso necessário.

Notícias

Redação:
Por Xavier Gruffat (farmacêutico)

Atualização:
20.08.2019

Fotos: 
Adobe Stock

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Observação da redação: este artigo foi modificado em 16.07.2020

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