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Rubéola

Definição

A rubéola é uma doença infecciosa causada por um vírus.

Sua evolução se dá em geral sem complicações, com exceção nas grávidas não imunizadas, pois seqüelas graves podem ocorrer no feto. É por essa razão que as meninas são vacinadas bem cedo.

Os sintomas da rubéola são característicos: após uma incubação de cerca de quinze dias o doença sofre de uma leve febre e curvatura. Em seguida, uma erupção cutânea occore no rosto. A cura ocorre espontâneamente, sem complicações.

Epidemiologia

A rubéola ocorre quase sempre no inverno e na primavera (Europa). Às vezes, observamos verdadeiras epidemias. No entanto, no momento não temos conhecimento dos números estatísticos exatos da Rubéola.

Causas

A rubéola, doença benigna porém contagiosa, é causada porum vírus RNA, da família dos mixovírus, o RubivÍrus.

A transmissão do vírus éfeita por via aérea (gotículas de saliva) ou por via congenital (da mãe ao feto).

O tempo de incubação dura de 2 a 3 semanas.

Grupos de risco

– Todas as pessoas não imunizadas (que não tiveram a doença ou que não foram vacinadas).

– As mulheres grávidas, não imunizadas (risco de má-formação do feto).

Sintomas

A doença inicia em geral com sintomas similaresaos da síndrome gripal:

– leve febre

tosse

resfriado

– gânglios que incham, na região da cabeça e do pescoço

Após cerca de 48 horas ocorre uma erupção cutânea. Primeiro no rosto, depois no corpo. A erupção é caracterizada por pequenas manchas vermelhas, isoladas. Elas não coçam.

Diagnóstico

O diagnóstico da rubéola é feito de maneira clínica (através da observação dos sintomas) e sorológica (através da coleta de sangue e a descoberta de uma fórmula sangüínea diferente: o número de células sangüíneas variou em comparação com o normal, assim como a presença de anticorpos).

Complicações

A doença cura espontâneamente em alguns dias sem deixar marcas, com exceção nas mulheres grávidas, onde a doença pode ser teratógena (desencadear má-formações no feto).

O risco de má-formação é muito grande no primeiro trimestre da gravidez.

As complicações mais freqüentes encontradas nos fetos são as seguintes:

– na região do olhos: catarata bilateral

-na região da orelha: surdez

-na região do coração: diversas má-formações

-na região neurológica e psicomotora

Tratamentos

Sendo a rubéola uma doença benigna, a única medicação utilizada é o uso de medicamentos antipiréticos (que diminuem a febre), como o paracetamol.

Na mulher grávida, no entanto, é possível administrar gamaglobulinas (anticorpos) como meio de prevenção.

Na realidade, hoje em dia, a rubéola é tratada quase sempre de modo preventivo. Isso contribuiu para diminuir os riscos de contrair uma doença na gravidez e portanto, de provocar má-formações fetais.

A vacina utilizada é quase sempre combinada: na associação com o vírus do sarampo, da rubéola e da caxumba (chamada ROR, tríplice viral).

Conselhos terapia

– Uso de antipirético (paracetamol) para diminuir a febre, sobretudo em crianças pequenas, onde a febre não deve nunca passar de 38,5°C.

Prevenção

– Vacinação sistemática de jovens mulheres, para que estas sejam imunizadas e não corram o risco de contrair a rubéola em uma futura gravidez.

– Uma contracepção é aconselhada durante 3 meses após a vacinação.

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Observação da redação: este artigo foi modificado em 05.10.2017

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