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Vitaminas

Vitaminas nutriçãoAs vitaminas são substâncias químicas indispensáveis ao organismo para realizar reações químicas-chave para o ser humano, como por exemplo, a transformação de energia (os glucídios em ATP). A carência de vitaminas assim como o seu excesso, podem levar a graves doenças ou complicações.

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Em geral, uma alimentação saudável (frutos, legumes, cereais, carnes,..) é suficiente para adquirir uma quantidade adequada de vitaminas, por outro lado, em caso de doenças, em determinados períodos da infância (por ex. em bebês que precisam de complementos em vitamina D,..), na convalescência ou ainda, no caso de uma má alimentação, um suplemento externo (por exemplo, em forma de comprimidos disponíveis em farmácias) é necessário.

Às vezes, o uso de vitaminas pode também exercer um efeito preventivo,  como por exemplo, o uso de vitamina C ou ácido fólico que ajudam a combater respectivamente a síndrome gripal e a espinha-bífida.

Estas são as vitaminas:

Vitaminas *lipossolúveis:

Vitamina A

Vitamina D

Vitamina E

Vitamina K

Vitaminas *hidrossolúveis:

Ácido fólico

Biotina (vitamina H)

Vitamina B1 (tiamina)

Vitamina B2 (riboflavina)

Vitamina B3 (niacina)

Vitamina B5 (ácido pantotênico)

Vitamina B6 (piridoxina)

Vitamina B12 (cobalamina)

Vitamina C

* Explicação e definição de vitaminas lipossolúveis e hidrossolúveis

– Vitaminas lipossolúveis: Vitaminas insolúveis na água: vitaminas que são eliminadas mais devagar pelo organismo, pois é possível estocá-las nas gorduras.
Sendo assim cuidado com o excesso de vitaminas lipossolúveis (vitaminas A, D, E e K) !

– Vitaminas hidrossolúvies: Vitaminas solúveis na água: vitaminas que são eliminadas com maior rapidez na urina, pois são hidrossolúveis.
Porém, como elas são eliminadas mais rapidamente, é necessário absorvê-las com mais freqüência, na alimentação ou através de complementos alimentares.

Suplementos vitamínicos desnecessários e perigosos para as mulheres mais

WASHINGTONOs suplementos vitamínicos são inúteis para a maioria das pessoas. Alguns deles podem até mesmo levar a riscos fatais em mulheres mais velhas, segundo um estudo publicado nos Estados Unidos.

Os suplementos de ferro estão entre os mais preocupantes, dizem os pesquisadores, enquanto que aqueles à base de cálcio parecem estar relacionados, pelo contrário, com uma diminuição no risco de mortalidade, segundo o estudo publicado por “Archives of Internal Medicine”, uma publicação da Associação Médica Americana.

“Descobrimos que vários suplementos vitamínicos e minerais frequentemente utilizados, como os produtos multivitamínicos, a vitamina B6, ácido fólico, ferro, magnésio, zinco e cobre, estão ligados a maiores riscos de morte” observam os autores americanos e finlandeses.

Consumo em aumento

Este estudo foi realizado utilizando dados de outro estudo realizado em Iowa (centro dos Estados Unidos), incluindo questionários preenchidos por 33.772 mulheres com idade média de 62 anos. Lá elas relataram o consumo de suplementos vitamínicos em, 1986, 1997 e 2004.

A proporção das que consomem suplementos nesta amostragem aumentou de 66% em 1986 para 85% em 2004.

O estudo publicado segunda-feira aponta o ferro como “fortemente” ligado ao aumento da mortalidade, dependendo da dose absorvida. Os autores observam, no entanto, que eles foram incapazes de determinar se as razões que levaram essas mulheres a absorver o ferro poderia explicar a maior taxa de mortalidade. Eles salientam que mais estudos são necessários.

O cálcio, no entanto, estava do seu lado e não relacionado a uma diminuição da mortalidade.

Mais não é melhor

Os resultados “reforçam nossa crença de que certos suplementos antioxidantes como a vitamina E, vitamina A ou beta-caroteno, pode ser perigoso”, notam os médicos em um comentário que acompanha o estudo.

“O paradigma mais é melhor é errado”, acrescentam, observando que eles não recomendam o uso preventivo de tais suplementos, pelo menos, “em uma população bem nutrida”.

“Vemos pouca justificação para um uso generalizado e extensão destes suplementos”, concluem os autores do estudo.

Cerca de metade da população dos EUA toma suplementos vitamínicos. Eles representam um mercado de 20 bilhões de dólares.

Criasaude.com.br, 18 de outubro de 2011

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Observação da redação: este artigo foi modificado em 30.06.2017

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