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Câncer de pulmão

Definição

O câncer de pulmão é definido por um tumor que se desenvolve no tecido pulmonar. Há duas formas principais de câncer, o “câncer das pequenas células” (correspondendo a cerca de 20% dos casos) e o “câncer das células não-pequenas” (80% dos casos).

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Existem três subtipos do câncer de células não-pequenas:

– Adenocarcinoma.

– Carcinoma de células escamosas (carcinoma epidermóide).

– Carcinoma de células grandes

O câncer do pulmão é um tumor maligno, sendo que o tipo de “células pequenas” é mais agressivo e se desenvolve com grande rapidez.

O câncer de pulmão está fortemente associado ao hábito de fumar, sendo que o risco aumenta conforme o número de cigarros fumados num dia.

Um estudo do International Early Lung Cancer Action Program (Programa Internacional de Ação no Câncer Precoce de Pulmão) mostrou que as mulheres têm 70% mais risco de desenvolver câncer de pulmão do que os homens (com consumo e idades equivalentes).

Epidemiologia

Alguns números-chave e dados epidemiológicos sobre o câncer de pulmão:

Tabaco e câncer de pulmão
– O tabaco (inclusive em caso de fumantes passivos) seria responsável por entre 7,5 e 9 cânceres de pulmão em cada 10 casos. Ou seja, pouco menos de um quarto dos casos de câncer de pulmão no mundo afeta não-fumantes. Ainda não se sabe se esses casos são devidos em sua maioria ao tabagismo passivo ou a fatores genéticos. [fonte: ATS, março de 2010].

– Uma pessoa que fuma regularmente apresenta risco equivalente a aproximadamente 20% de desenvolver câncer do pulmão, salientando que certas fontes chegam a indicar uma probabilidade de 1 em 7 (14,3%).

Índice de sobrevida para câncer de pulmão
– Na França em 2016, a Haute Autorité de Santé (Alta Autoridade de Saúde) estima que após 5 anos menos de um doente em cada grupo de 6 ainda estará em vida.

– Na Suíça, o índice de sobrevida após cinco anos, atingindo 14%, seria o mais elevado da Europa [fonte: Ligue pulmonaire, outubro de 2011].

– O câncer de pulmão é um dos cânceres mais fatais, levando metade dos pacientes a óbito logo no primeiro ano subsequente ao diagnóstico e 80% dentre eles nos dois primeiros anos. O risco diminui fortemente em caso de interrupção do tabagismo e o índice de sobrevida é amplamente superior quando a doença é precocemente diagnosticada. [fonte: ATS, junho de 2009].

Estatísticas por país e regiões
Brasil
– Segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer), 28.220 novos casos de câncer de pulmão devem ser notificados no Brasil em 2016, com pouco mais de 17.000 homens e quase 11.000 mulheres.
Em 2013, o número de óbitos por câncer de pulmão foi estimado em 24.490, dos quais 14.811 homens e 9.675 mulheres.

Estados Unidos
– Nos Estados Unidos, para o ano de 2016, o National Institutes of Health estima em 158.080 o número de óbitos em razão de câncer de pulmão ou dos brônquios (bronchus cancer em inglês). Durante o ano de 2016, o número de casos de pessoas acometidas de câncer de pulmão ou dos brônquios deverá atingir pouco mais de 224.000, ou seja, aproximadamente 13% de todos os novos casos de câncer nos Estados Unidos.

França
– A Haute Autorité de Santé (Alta Autoridade de Saúde) estima que na França o câncer de pulmão provoque 21.000 óbitos em homens e 9.500 junto às mulheres, ou seja, um total de 30.500. (site da HAS consultado em 3 de junho de 2016)

Em 2015, a França contabilizou cerca de 45.200 novos casos de câncer de pulmão (fonte: HAS).

Na França, sempre de acordo com a HAS, o câncer de pulmão é o câncer responsável pelo maior número de óbitos.

Mundo
– No mundo, 1,7 milhão de pessoas morreram em 2018 devido a consequências de um câncer de pulmão, segundo artigo do jornal Folha de S.Paulo em maio de 2019.

Causas

O hábito de fumar ou de estar exposto ao cigarro mesmo não sendo fumante (conhecido como fumo passivo) é uma das principais causas do câncer de pulmão. Dados mostram que 9 dentre 10 casos de câncer de pulmão são devidos ao cigarro. Algumas fontes, como revelado na Conferência Mundial de câncer de pulmão em Denver (EUA), em setembro de 2015, estimam que o tabaco seja responsável por cerca de 80% dos casos de câncer de pulmão.

A fumaça do cigarro é repleta de agentes causadores de câncer, os carcinógenos. Esses compostos, quando em contato com as células do tecido pulmonar, causam lesões que levam ao surgimento da massa tumoral. Quanto maior o período da exposição, ou seja, quanto mais tempo e mais cigarros a pessoa fumar, maior será a lesão e os riscos de câncer.

É interessante observar que uma pessoa que fuma um maço (20 cigarros) por dia, pode desenvolver um câncer 20 anos após ter começado a fumar e outra que fuma dois maços (40 cigarros) por dia, pode desenvolver um câncer 10 anos depois.

Ressaltamos conforme estudos publicados em 2009, que as mulheres são mais vulneráveis do que os homens aos efeitos cancerígenos do fumo.

Um estudo realizado nos EUA publicado em agosto de 2011 mostrou que pessoas que fumam um cigarro 30 minutos após terem acordado, possuem um risco 79% maior de desenvolver câncer de pulmão em comparação com aqueles que esperam pelo menos uma hora antes de fumar o seu primeiro cigarro do dia. Este estudo foi realizado com 4.775 pessoas que sofriam de câncer e 2.835 que não sofriam dessa doença, sento todos fumantes.

Além do fumo, há outros agentes químicos que atuam como carcinógenos e lesionam as células pulmonares. Dentre eles:

– Arsênio

– Asbestos

– Poluentes, pesticidas e herbicidas

– Radônio

– Solventes químicos, cloreto de vinila

– Metais como crômio, níquel, cádmio

– Berílio

A fumaça do cigarro contém muitas moléculas tóxicas, incluindo o arsênico e o formaldeído. Essas substâncias tóxicas levam a alterações nas células pulmonares e especialmente em suas estruturas.

A exposição a esses compostos normalmente se dá em trabalhadores de mineração, lavouras ou laboratórios químicos.

Doenças pulmonares como a tuberculose e a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) aumentam o risco de desenvolvimento de câncer de pulmão.

Segundo um estudo de  2009, o consumo de uma cerveja por dia também aumentaria o risco de desenvolver um câncer do pulmão.

Por fim, cientistas têm mostrado que causas genéticas podem também ser a causa do câncer de pulmão, especialmente em não fumantes e fumantes passivos.

– Outro estudo publicado em junho de 2014, realizado sob a direção do Dr. Gu Fangyi do National Cancer Institute em Bethesda (EUA), sobre o primeiro cigarro após acordar, também demonstrou o grande risco para a saúde. O estudo descobriu que as pessoas que fumaram o primeiro cigarro até cinco minutos depois de acordar, possuem um pouco mais de 3 vezes o risco de sofrer de câncer de pulmão aumentado, em comparação com aqueles que esperaram mais de uma hora antes de fumar o seu primeiro cigarro.

Grupos de risco

O principal grupo de risco para o câncer de pulmão são os fumantes. Estatísticas apontam que o hábito de fumar corresponde a 9 dentre 10 casos de câncer de pulmão. Além disso, pessoas expostas ao cigarro (fumantes passivos) apresentam altos riscos de desenvolvimento da doença.

Outros grupos de risco incluem:

– Trabalhadores de mineradoras expostos a partículas de minerais como asbesto e arsênio.

– Trabalhadores de indústrias químicas e laboratórios expostos a solventes e metais pesados.

– Pessoas com histórico de câncer de pulmão na família.

– Pessoas expostas ao gás radônio. Esse gás é um produto natural da quebra do urânio e pode se acumular em prédios e no solo. É importante que o serviço de saúde detecte os níveis aceitáveis de radônio.

– Pessoas que consomem álcool em excesso. Nesse sentido, mulheres são mais vulneráveis que os homens.

– Pessoas com certas doenças pulmonares, como tuberculose, enfisema pulmonar e doença pulmonar obstrutiva crônica.

Sintomas

Infelizmente, os sintomas do câncer de pulmão são raramente nítidos e específicos, e muitas vezes a doença é descoberta quando já está em estágio avançado, em exames de radiografia.

No entanto, aqui estão alguns sintomas que devem ser cuidadosamente observados:

– perda de peso

tosse frequente que aparece sem motivo (não causada por resfriado, alergia, etc.). Uma modificação da tosse, por exemplo, quando se torna mais intensa ou surge durante a noite, incita uma consulta médica, pois pode ser um sintoma de câncer de pulmão. É importante saber que os fumantes sofrem com bastante frequência de bronquite crônica e tosse, portanto, é preciso estar realmente atento a uma mudança na tosse para a prevenção da doença.

– expectorações com presença de sangue

pneumonia

– dor no peito (na região do tórax) que aumenta na inspiração.

– respiração sibilante

– dificuldade de respirar, com respiração encurtada (“pouco fôlego”)

– rouquidão e alteração na voz

– dores de cabeça e dores nos ossos

O fumante e as pessoas que convivem com fumantes devem sempre consultar um médico para uma consulta completa e exames detalhados.

Frequentemente, o câncer de pulmão apresenta evolução rápida e se mostra muito agressivo.

Diagnóstico

O diagnóstio consiste principalmente em uma radiografia do tórax (o tumor pode ser observado de modo geral, como uma sombra na radiografia).

A tomografia de baixa dose  (em inglês low-dose CT scan) é cada vez mais usada como método de diagnóstico para fumantes e ex-fumantes para diagnosticar a doença, graças à sua capacidade de detectá-la precocemente.

No entanto, o câncer é frequentemente difícil de diagnosticar, às vezes, porque muitas vezes se desenvolve sem sintomas claros e precisos. Em caso de sintomas suspeitos, tosse que dura,  sangue no escarro, procure imediatamente atendimento médico, especialmente se você for um fumante.

Outros exames diagnósticos incluem:

– Tomografia computadorizada.

– Exame do escarro. Nesse exame o médico irá investigar a presença de células cancerígenas.

– Biópsia. Nesse exame o médico irá remover parte do tecido pulmonares através de uma broncoscopia ou mediastinoscopia. O tipo celular é analisado e o médico pode definir qual o tipo de tumor em qual estágio o tumor está.

Estadiamento

Dependendo do grau de desenvolvimento do tumor, ele pode ser dividido como se segue:

– Estágio I: o tumor está limitado ao pulmão e é menor que 5 cm.

– Estágio II: o tumor é maior que 5 cm, ou o tumor envolve estruturas adjacentes, como o diafragma e a pleura. O tumor pode também se espalhar para os linfonodos.

– Estágio III: o tumor é maior e invade órgãos adjacentes ao pulmão. O tumor pode também ser encontrado em linfonodos distantes do pulmão.

– Estágio IV: o tumor se espalhou para outras áreas do corpo humano, condição conhecida como metástase.

Notícia interessante

Examinar os pulmões de fumantes por scanner, ao invés de raios-X, pode reduzir 20% da mortalidade por câncer de pulmão, diz estudo dos EUA. Os resultados deste estudo são o resultado de uma pesquisa em 50.000 fumantes e ex-fumantes com idade entre 55 e 74 anos que participaram nos Estados Unidos. (Fonte: ATS, 05 de novembro de 2010).

Complicações

Assim como em todos os outros cânceres, o maior risco é que este se espalhe e se torne um câncer generalizado, o que é geralmente o caso com o câncer de pulmão, pois os órgãos vitais acabam sendo afetados devido à proximidade destes órgãos importantes.

As complicações que podem ocorrer quando há câncer de pulmão, são:

– Aumento da suscetibilidade de doenças respiratórias, como pneumonia.

– Dificuldades respiratórias, como respiração encurtada. Isso pode impedir que a pessoa realize atividades físicas até mesmo as mais simples.

– Distúrbios do apetite.

– Síndrome de Cushing.

– Extravasamento de líquido, condição conhecida como “água no pulmão”.

– Dor. Por vezes a dor pode ser muito grande e impedir a realização de atividades ou restringir os movimentos do paciente.

– Morte. Definitivamente a pior consequência do câncer é a morte. A taxa de mortalidade do câncer de pulmão é alta, sobretudo quando o tumor é detectado tardiamente.

Quando consultar um médico em caso de câncer de pulmão?

Em caso de câncer de pulmão, é evidente que somente um médico poderá precrever o tratamento.

No entanto, se você for um fumante, considere fazer um controle (check-up) regular no seu médico, e não hesite em efetuar radiografias de seus pulmões, mesmo se isso for angustiante por causa do medo do resultado, pois é importante ressaltar que mais cedo o tumor for detectado, maiores as chances de sobrevivência.

Tratamentos

O tratamento varia conforme o tipo de tumor (“pequenas células” ou “não pequenas células”) e o estágio do tumor. Aqui estão os possíveis tratamentos:

– Cirurgia, isto é, uma operação: somente para determinados tipos de câncer e somente se o tumor não estiver espalhado em outros órgãos. A cirurgia pode remover parte do pulmão (ressecção segmental), um lobo inteiro do pulmão (loboctomia), ou o pulmão inteiro (pulmonectomia).

– Radioterapia.

– Quimioterapia.

– Terapia com novos medicamentos biológicos (ex. anticorpos), estes tratamentos geralmente ainda estão em experimentação mas são bastante promissores.

Um protocolo normalmente adotado para o tratamento do tumor é aplicado dependendo do estágio do tumor.

Tratamento para tumores de células não-pequenas

– Estágio I: cirurgia e, quando necessário, quimioterapia.

– Estágio II: cirurgia + quimioterapia + radioterapia

– Estágio III: Combinação de quimioterapia e radioterapia + quimioterapia sozinha + cirurgia dependendo dos resultados dos exames.

– Estágio IV: quimioterapia + tratamento com drogas alvo (como anticorpos) + terapia de suporte + testes clínicos

Tratamento para tumores de células pequenas

– Estágio I: cirurgia normalmente combinada com radioterapia e quimioterapia.

– Estágio II: quimioterapia + radioterapia

– Estágio III: combinação de quimioterapia e radioterapia + terapia de suporte + testes clínicos com outras drogas

– Estágio IV: quimioterapia + testes clínicos com outras drogas + terapia de suporte

Em maio de 2014 um novo medicamento, o Giotrif, foi colocado no mercado da Europa contra o câncer de pulmão de não células pequenas.

– Segundo a Haute Autorité de Santé (HAS) francesa, instituição de referência no mundo, as possibilidades de tratamento do câncer de pulmão em 2016 permanecem restritas, até mesmo em estádios precoces da doença. Ainda de acordo com a HAS, os atuais tratamentos são essencialmente cirúrgicos, pesados e apenas realizáveis em determinados casos (em função do estado geral de saúde da pessoa e/ou das características do tumor).

Observaçãoes
– A terapia poderá evoluir e somente um médico poderá lhe instruir melhor sobre qual  tratamento será o mais adequado para o seu caso.

– Novos medicamentos chegam ao mercado, atuando ao nível molecular, por exemplo, enzimas. Em alguns casos de câncer de células não pequenas que não são operáveis, estes tratamentos podem ser muitos interessantes. Converse com seu médico.

Dicas terapia

– É muito importante parar de fumar para não agravar o quadro.

– Siga corretamente os conselhos de seu médico para a terapia.

– Se você foi diagnosticado com a doença, cuide bastante de sua saúde pulmonar. Evite contato com doentes e hidrate-se constantemente. Beber água ajuda a lubrificar as vias aéreas e reduz o risco de doenças como pneumonia, tuberculose, etc.

– Adote medidas que facilitam a respiração. Algumas incluem: apontar o ventilador para o seu rosto para facilitar a captura de ar, sente-se próximo a janelas, diminua a temperatura do ambiente (isso ajuda a respiração) e evite fazer esforços físicos intensos.

– Ingira pequenas porções de comida para não se sufocar ou engasgar.

– Durma bem e se alimente bem.

– Faça exercícios de respiração. Isso pode ser auxiliado por um fisioterapeuta.

– Ache uma posição confortável para se sentar e dormir que não atrapalhe a respiração.

– É aconselhável evitar tomar antioxidantes (a não ser se for recomendado por médicos), no caso de câncer de pulmão. Na verdade, de acordo com um estudo dirigido por suecos e publicado no início de 2014 na revista médica americana “Science Translational Medicine”, os suplementos de vitaminas antioxidantes (ex.: vitamina A, C, E ou beta-caroteno) aceleraram o desenvolvimento de lesões pré-cancerosas ou câncer precoce no pulmão em ratos e células humanas em laboratório. Isto é o que mostra um estudo que pela primeira vez elucida este mecanismo.
No entanto, um estudo epidemiológico publicado em 2017 no Frontiers in Oncology sugere que a alta ingestão de carotenóides e vitamina C através da alimentação tem um efeito protetor contra o câncer de pulmão. Os autores do estudo descobriram que a vitamina C reduziu o risco de câncer de pulmão em fumantes pesados, assim como o beta-caroteno, o alfa-caroteno, a beta-criptoxantina e o licopeno que desempenharam o mesmo papel em homens que fumavam pesadamente.
É provável que a ingestão de antioxidantes tenha um papel negativo para o câncer de pulmão já está instaurado (presente), mas contrariamente ajuda na prevenção do mesmo (não presente).

Prevenção

– A melhor maneira de prevenir o câncer de pulmão é simplesmente não fumar ! Não há melhor conselho já que quase 90% dos casos de câncer de pulmão provêm do fumo. Ver: parar de fumar
Nunca é tarde demais para parar de fumar, uma pessoa que deixa de fumar e se abstém por 10 anos pode reduzir seu risco de desenvolver câncer de pulmão em 50%, de acordo com a estimativa da instituição de referência norte-americana US Surgeon General, que está ligada ao governo dos EUA.

– Outra dica é evitar a inalação das fumaças geradas pela queima de petróleo ou carvão (madeira).

– Ingerir 200 microgramas de selênio por dia na dieta, ou na forma de suplementos têm um efeito significativo na prevenção do câncer do pulmão, alguns estudos referem-se a uma diminuição do risco de 45%. Pergunte ao seu médico sobre a dose diária recomendada de selênio para esta indicação.

– De acordo com um estudo chinês, comer alho todos os dias reduz em 44% o risco de câncer de pulmão. Entre os fumantes, o risco foi reduzido em 30%. O estudo envolveu 6.000 pessoas e foi realizado pelo Centro de Controle e Prevenção da província de Jiangsu, na China. Leia também acima em Dicas para saber sobre os riscos de consumir antioxidantes em casos de câncer de pulmão (durante a doença, não para a prevenção).

– Tenha o nível de radônio medido em sua casa. O radônio é um gás radioativo invisível que aumenta o risco de câncer de pulmão. Se o nível de radônio for muito alto, especialistas, incluindo o governo (por exemplo, nos Estados Unidos, a Agência de Proteção Ambiental- Environnmental Protection Agency) podem ajudá-lo a diminuir a taxa dessa molécula.

Fontes:
INCA, Haute Autorité de la Santé, Folha de S.Paulo (Maio 2019)

Redação:
Por Xavier Gruffat (farmacêutico)

Fotos: 
Fotolia.com/Adobe Stock

Atualização:
20.07.2019

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Observação da redação: este artigo foi modificado em 20.07.2019

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