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O Brasil já registrou 831 mortes por complicações de gripe

BRASILIA – Em 2016 o Brasil já registrou 831 mortes por complicações de gripe na semana epidemiológica 21 do ano, das quais 763 estão relacionadas ao vírus da gripe A H1N1.

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Em relação a semana anterior houve um aumento de 11%, com mais 95 mortes. A semana passado o aumento era de 15% em relação a 2 semanas atrás. Os dados são do Ministério da Saúde.

A maioria dos casos foi registrada na região Sudeste com 475 óbitos, ou seja 57% do total de óbitos no Brasil.

A região com menor número de casos é o Norte com 24 mortes registradas.

O estado de São Paulo registrou 380 mortos e concentra 46% dos registros no Brasil.

Sintomas 

Influenza, comumente conhecida como gripe, é uma doença viral febril, aguda, geralmente benigna e autolimitada. Frequentemente é caracterizada por início abrupto dos sintomas, incluindo febre, calafrios, tremores, dor de cabeça, mialgia e anorexia, assim como sintomas respiratórios com tosse seca, dor de garganta e coriza.

Gripe sintomas

Os vírus influenza são transmitidos facilmente por aerossóis produzidos por pessoas infectadas ao tossir ou espirrar. Existem 3 tipos de vírus influenza: A, B e C. O vírus influenza C causa apenas infecções respiratórias brandas, não possuiimpacto na saúde pública e não está relacionado com epidemias. O vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias.

Vacinação

A vacina da campanha de 2016 é trivalente e protege contra os tipos de vírus A (H1N1), A(H3N2) e Influenza B, que são os de maior importância epidemiológica, de acordo com a própria OMS.

No dia 6 de Junho, mais de 47,6 milhões de pessoas já se vacinaram contra a influenza neste ano, o que representa uma cobertura de 95,5% do público-alvo da campanha, composto de 49,8 milhões de pessoas. Esta população é considerada de maior risco para desenvolver complicações causadas pela doença. Apesar de a campanha ter encerrado no dia 20 de maio, a vacinação prossegue em alguns estados e municípios, já que o Ministério da Saúde disponibilizou 54 milhões de doses da vacina – uma reserva técnica de 4,2 milhões de doses acima do quantitativo de pessoas que integram o público prioritário.

Ler: Diferença entre resfriado e gripe

07.06.2016 – Fonte: Ministério da Saúde. Por Xavier Gruffat, farmacêutico.

Entenda melhor o que é a febre chikungunya, de acordo com os estudos mais recentes

Entenda melhor o que é a febre chikungunya, de acordo com os estudos mais recentesSÂO FRANCISCO, EUAA febre chikungunya é uma doença viral que pode causar dores intensas, especialmente nas articulações. Seu nome vem da língua da Tanzânia makondée que significa “doença do homem curvado” ou “doença que quebra os ossos”. Refere-se à atitude da pessoa infectada que sofre de dor nas articulações e é obrigada a adotar uma postura curvada.

Entenda melhor o que é a febre chikungunya, de acordo com os estudos mais recentesO Criasaude teve a oportunidade de acompanhar, no início de novembro de 2015, uma conferência sobre a doença no maior e mais prestigiado congresso mundial de reumatologia, o congresso do American College of Rheumatology (ACR), realizado em São Francisco (Califórnia).

Causas da doença

A chikungunya provém de um vírus chamado CHIKV arbovírus. A doença é transmitida por mosquitos fêmeas do Aedes, nomeadamente Aedes aegypti e Aedes albopictus. O Aedes aegypti também é responsável pela transmissão da dengue.

Explicação bioquímica

O vírus provoca intensa reação inflamatória, resultando em altos níveis de TNF, IL6, IL13 e outras interleucinas. Estas moléculas estão presentes em processos inflamatórios como a chikungunya, e também em outras condições reumáticas, tais como a artrite reumatoide. Devido a isso, o diagnóstico de chikungunya nem sempre é fácil, por causa de sintomas semelhantes aos da artrite reumatoide.

Sintomas

O vírus provoca dores nas articulações e febre, muitas vezes acima de 39°C. Estas dores penalizam fortemente o paciente na realização das tarefas diárias, como pegar um objeto. Outros sintomas da chikungunya são as dores de cabeça, dores no corpo e manchas vermelhas na pele. Os sintomas aparecem de repente, e melhoram após duas a três semanas na maioria dos pacientes.

Não apenas uma doença tropical

Os mosquitos que transmitem a chikungunya estão localizados principalmente na África, América Latina e Ásia, ou seja, em regiões tropicais. No entanto, nos últimos anos, casos de chikungunya foram reportados na França (2010), Itália (2007) e nos Estados Unidos, como na Flórida, em regiões com clima mais temperado. O aquecimento global e o aumento do turismo (mobilidade facilitada entre os países) parecem ser responsáveis pela “globalização” dessa doença reumatológica.

A chikungunya como uma doença reumatológica

Segundo o Dr. Arvind Chopra, médico e diretor do Centro de Doenças Reumáticas em Pune, Índia, palestrante da reunião anual da ACR em São Francisco (Califórnia), a chikungunya pode ser uma doença difícil de tratar. “A maioria de nós nem sequer sabia escrever o termo chikungunya, uma doença que nós tínhamos acabado de ouvir e esquecido rapidamente, pois nunca a tínhamos visto”, disse o Dr. Chopra que viveu uma epidemia de chikungunya na Índia em 2006 com mais de um milhão de pessoas afetadas. Ele continua: “Três ou quatro meses após o início da epidemia, fomos surpreendidos com pacientes com vários sintomas reumatológicos, como dor nas articulações, dor nas costas e síndromes inflamatórias semelhantes à poliartrite reumatoide e espondiloartrite”. O Dr. Chopra publicou numerosos estudos científicos sobre chikungunya. Em 2015, a febre chikungunya ainda está presente na Índia, mas em menor grau do que durante a epidemia de 2006.

Ainda segundo o Dr. Chopra, a chikungunya é a doença mais dolorosa que ele conhece.

Tratamentos

Como não existe um tratamento direcionado contra a chikungunya, as medidas terapêuticas são adotadas principalmente para lutar contra os sintomas de dor, com o uso de analgésicos. Hidratação adequada também é essencial no combate à doença.

Update: 03.06.2016. Texto escrito por Xavier Gruffat (farmacêutico). Declaração de responsabilidade: esta atividade não é sancionada por, e nem faz parte do American College of Rheumatology (This activity is not sanctioned by, nor a part of, the American College of Rheumatology).

Fontes: Apresentação realizada 08 de novembro 2015 por Dr. Chopra, da Universidade de Pune (Índia), na reunião anual do American College of Rheumatology (ACR), em San Francisco (Califórnia). Declaração de responsabilidade: esta atividade não é sancionada por, e nem faz parte do American College of Rheumatology (This activity is not sanctioned by, nor a part of, the American College of Rheumatology). Ministério da Saúde

O Brasil já registrou 736 mortes por complicações de gripe

BRASILIA – Em 2016 o Brasil já registrou 736 mortes por complicações de gripe na semana epidemiológica 20 do ano, das quais 678 estão relacionadas ao vírus da gripe A H1N1. 

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Mais 15% essa semana

Em relação a semana anterior houve um aumento de 15%, com mais 107 mortes. Duas semanas atrás o aumento era de 20% em relação a semana anterior.  Os dados são de boletim atualizado do Ministério da Saúde.

São Paulo

A maioria dos casos foi registrada na região Sudeste com 423 óbitos, ou seja 57% do total de óbitos no Brasil. O estado de São Paulo registrou 333 mortos e concentra 45% dos registros no Brasil.

A região com menor número de casos é o Norte com 22 mortes registradas.

Sintomas 

Influenza, comumente conhecida como gripe, é uma doença viral febril, aguda, geralmente benigna e autolimitada. Frequentemente é caracterizada por início abrupto dos sintomas, incluindo febre, calafrios, tremores, dor de cabeça, mialgia e anorexia, assim como sintomas respiratórios com tosse seca, dor de garganta e coriza.

Gripe sintomas

Os vírus influenza são transmitidos facilmente por aerossóis produzidos por pessoas infectadas ao tossir ou espirrar. Existem 3 tipos de vírus influenza: A, B e C. O vírus influenza C causa apenas infecções respiratórias brandas, não possuiimpacto na saúde pública e não está relacionado com epidemias. O vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias.

Vacinação

A vacina da campanha de 2016 é trivalente e protege contra os tipos de vírus A (H1N1), A(H3N2) e Influenza B, que são os de maior importância epidemiológica, de acordo com a própria OMS.

Ler: Diferença entre resfriado e gripe

01.06.2016 – Fonte: Ministério da Saúde. Por Xavier Gruffat, farmacêutico.

O Brasil registrou 629 mortes por complicações de gripe, aumento de 20%

BRASILIA – Em 2016 o Brasil já registrou 629 mortes por complicações de gripe na semana epidemiológica 19 do ano, das quais 587 estão relacionadas ao vírus da gripe A H1N1.

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Mais 20%

Em relação a semana anterior houve um aumento de 20%, com mais 123 mortes. Os dados são de boletim atualizado do Ministério da Saúde.

Sudeste 

A maioria dos casos foi registrada na região Sudeste com 362 óbitos. A região com menor número de casos é o Norte com 20 mortes registradas.

O estado de São Paulo registrou 289 mortos e concentra 54% dos registros no Brasil.

Sintomas 

Influenza, comumente conhecida como gripe, é uma doença viral febril, aguda, geralmente benigna e autolimitada. Frequentemente é caracterizada por início abrupto dos sintomas, incluindo febre, calafrios, tremores, dor de cabeça, mialgia e anorexia, assim como sintomas respiratórios com tosse seca, dor de garganta e coriza.

Gripe sintomas

Os vírus influenza são transmitidos facilmente por aerossóis produzidos por pessoas infectadas ao tossir ou espirrar. Existem 3 tipos de vírus influenza: A, B e C. O vírus influenza C causa apenas infecções respiratórias brandas, não possuiimpacto na saúde pública e não está relacionado com epidemias. O vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias.

Vacinação

A vacina da campanha de 2016 é trivalente e protege contra os tipos de vírus A (H1N1), A(H3N2) e Influenza B, que são os de maior importância epidemiológica, de acordo com a própria OMS.

Ler: Diferença entre resfriado e gripe

25/05/2016 – Fonte: Ministério da Saúde. Por Xavier Gruffat, farmacêutico.

Diferença entre resfriado e gripe

Febre de fenoSAO PAULOSerá gripe ou resfriado? Esta é uma pergunta recorrente ao final do outono e durante o inverno, quando ocorrem mais frequentemente estas epidemias virais. Como os sintomas são em parte semelhantes: nariz entupido, dor de garganta, tosse, cansaço e febre, é importante poder fazer a diferença para curar mais facilmente cada uma destas infecções.

Causas diferentes
O resfriado é provocado por mais de 200 vírus diferentes, ao passo que a gripe provém de um único vírus. Mesmo que vírus da gripe sofra mutações ano após ano, é mais fácil produzir uma vacina contra a gripe que para combater os vírus do resfriado.

Diferença de frequência e de periculosidade
Em termos de frequência, uma pessoa pega gripe em média 1 vez por ano, enquanto o resfriado se manifesta com frequência entre 2 e 4 vezes ao ano em adultos e de 6 a 10 vezes nas crianças. Dados provenientes dos Estados Unidos mostram que até 20% dos americanos podem ficar gripados anualmente.
A principal diferença entre a gripe e o resfriado está nos respectivos graus de periculosidade. A gripe provoca vários milhares de mortes todo ano na França e mais de 24.000 nos Estados Unidos, ao passo que o resfriado quase nunca gera grandes complicações. Portanto, uma gripe deve ser levada muito mais a sério que um simples resfriado. Entretanto, deve-se ter especial atenção quanto aos resfriados em recém-nascidos, os quais podem gerar complicações respiratórias.

A seguir, os principais sintomas de cada uma das infecções, no intuito de distingui-las adequadamente:

Forte resfriado (cold ou common cold em inglês)
Os principais sintomas de um forte resfriado são a dor de garganta, o nariz entupido (resfriado propriamente dito) e, eventualmente, dor de cabeça depois de tossir, como mostra o infográfico abaixo. Estes sintomas se sucedem, começando em geral por uma dor de garganta e, após alguns dias, terminando com uma tosse, com eliminação de secreção ao final. Na maioria das vezes, a febre é baixa ou inexiste.

Os sintomas deste forte resfriado duram de 8 a 10 dias, às vezes menos.

Sintomas da gripe
Em uma gripe, os sintomas aparecem de modo rápido e súbito, diferentemente de um forte resfriado. Os sintomas do resfriado estão presentes (dor de garganta, nariz entupido, tosse), entretanto, eles também estão acompanhados de febre alta, acima de 39°C, frequentemente com presença de dores no corpo, especialmente nas articulações. Uma pessoa gripada vai geralmente sentir grande cansaço. Assim sendo, o repouso é indispensável durante vários dias. Os sintomas da gripe duram em geral cerca de dez dias, podendo eventualmente alcançar até 2 ou 3 semanas.

Para haver certeza de se tratar efetivamente de uma gripe, o médico pode realizar um teste no consultório a fim de identificar o vírus da gripe (vírus Influenza).

Gripe sintomas

Tratamentos
O tratamento varia em função de se tratar de um resfriado ou de uma gripe. Não existe tratamento específico contra o resfriado, nem vacina para prevenir a enfermidade. Nos resfriados, recomenda-se tomar remédios com venda liberada, sem receita obrigatória, especialmente aqueles destinados a aliviar os diferentes sintomas, a exemplo da dor de garganta, a tosse ou a coriza. Um remédio contra dor (por ex.: paracetamol) também é frequentemente recomendado.

Nas gripes, existem remédios específicos à venda mediante apresentação de receita médica, denominados antivirais, tais como o oseltamivir. Em determinadas situações, esses tratamentos podem frear a doença, diminuindo a intensidade dos sintomas, sobretudo se foram administrados no início da enfermidade. Existe igualmente uma vacina contra a gripe destinada a prevenir a doença, geralmente aplicada no início da temporada de maior acometimento.

Vale lembrar que os antibióticos são inúteis tanto contra a gripe quanto no combate ao resfriado. Como nas 2 situações a origem é viral, os antibióticos não terão qualquer efeito, pois agem unicamente contra as bactérias.

13.05.2016 – Criasaude.com.br

O Brasil registrou 506 mortes por complicações de gripe

BRASILIA – O Brasil registrou 506 mortes por complicações de gripe na semana epidemiológica 18 do ano, das quais 469 estão relacionadas ao vírus da gripe A H1N1.

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Em relação a semana anterior houve um aumento de 12.0%, com mais 63 mortes. Os dados são de boletim atualizado do Ministério da Saúde.

Sudeste 

A maioria dos casos foi registrada na região Sudeste com 296 mortes. A região com menor número de casos é o Norte com 18 mortes registradas .

O estado de São Paulo registrou 236 mortos e concentra 53.0% dos registros no Brasil.

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Sintomas 

Influenza, comumente conhecida como gripe, é uma doença viral febril, aguda, geralmente benigna e autolimitada. Frequentemente é caracterizada por início abrupto dos sintomas, incluindo febre, calafrios, tremores, dor de cabeça, mialgia e anorexia, assim como sintomas respiratórios com tosse seca, dor de garganta e coriza.

Gripe sintomas

Os vírus influenza são transmitidos facilmente por aerossóis produzidos por pessoas infectadas ao tossir ou espirrar. Existem 3 tipos de vírus influenza: A, B e C. O vírus influenza C causa apenas infecções respiratórias brandas, não possuiimpacto na saúde pública e não está relacionado com epidemias. O vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias.

Vacinação

Já foram vacinados em todo o país 35,4 milhões de brasileiros na campanha nacional contra a influenza. O número representa 71% do público-alvo, formado por 49,8 milhões de pessoas consideradas mais vulneráveis para complicações da gripe.

Ler: Diferença entre resfriado e gripe

17/05/2016 – Fonte: Ministério da Saúde. Por Xavier Gruffat, farmacêutico.

O Brasil registrou 443 mortes por complicações de gripe

BRASILIAO Brasil registrou 443 mortes por complicações de gripe na semana epidemiológica 16 do ano, das quais 410 estão relacionadas ao vírus da gripe A H1N1.  

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Em relação a semana anterior houve um aumento de 29.0%, com mais 127 mortes. Os dados são de boletim atualizado do Ministério da Saúde.

A maioria dos casos foi registrada na região Sudeste com 267 mortes. A região com menor número de casos é o Norte com 15 mortes registradas .

São Paulo

O estado de São Paulo registrou 212 mortos e concentra 52.0% dos registros no Brasil. gripe-estado-sao-paulo

 

Sintomas 

Influenza, comumente conhecida como gripe, é uma doença viral febril, aguda, geralmente benigna e autolimitada. Frequentemente é caracterizada por início abrupto dos sintomas, incluindo febre, calafrios, tremores, dor de cabeça, mialgia e anorexia, assim como sintomas respiratórios com tosse seca, dor de garganta e coriza.

Gripe sintomas

Os vírus influenza são transmitidos facilmente por aerossóis produzidos por pessoas infectadas ao tossir ou espirrar. Existem 3 tipos de vírus influenza: A, B e C. O vírus influenza C causa apenas infecções respiratórias brandas, não possuiimpacto na saúde pública e não está relacionado com epidemias. O vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias.

Vacinação

Já foram vacinados em todo o país 35,4 milhões de brasileiros na campanha nacional contra a influenza. O número representa 71% do público-alvo, formado por 49,8 milhões de pessoas consideradas mais vulneráveis para complicações da gripe.

Ler: Diferença entre resfriado e gripe

17/05/2016 – Fonte: Ministério da Saúde. Por Xavier Gruffat, farmacêutico.

12 alimentos para uma boa noite de sono

11 alimentos para uma boa noite de sonoNOVA YORKEstima-se que 40% da população sofra em algum momento de sua vida de problemas para dormir. Este número alto tende a subir nas nossas sociedades industrializadas cada vez mais estressantes. Alguns hábitos alimentares, como consumo excessivo de açúcar, gordura ou cafeína antes de dormir, mas também ao longo do dia, ou o uso de telefones celulares e tablets, também contribuem para uma “epidemia” real da insônia globalizada. Um estudo norte-americano publicado no início de fevereiro mostrou a influência da dieta sobre o sono.
A ingestão regular de pílulas para dormir contra a insônia geralmente não é recomendada, pois pode levar à dependência. Além disso, a utilização destas drogas, muitas vezes faz com que a pessoa tenha um certo estado “de ressaca” no dia após a tomada, como se a noite anterior não tivesse sido tão repousante sem a ajuda destes produtos químicos.

Infusão de camomila preparacionPlantas medicinais como a camomila ou valeriana podem ser uma alternativa muito interessante para melhorar o sono. Infelizmente, estas terapias naturais não funcionam em todas as pessoas, de acordo com nossa informação, apenas para uma minoria.
Além das clássicas e eficazes dicas, como limitar o consumo de cafeína depois das 14 horas ou fazer exercício físico durante o dia (mas não à noite), determinados alimentos e nutrientes pode ter um efeito muito interessante na luta contra a insônia. Incluindo em primeira mão um estudo publicado em 2016.

Estudo realizado nos EUA, a atenção às gorduras saturadas e açúcares

De acordo com um estudo publicado no periódico científico especializado Journal Clinical Sleep Medicine, em fevereiro de 2016, a alimentação influencia o sono. Segundo os pesquisadores, quanto mais alimentos ricos em gorduras saturadas e açúcares e pobres em fibras eram consumidos, pior era a qualidade do sono, ou seja, menos repousante. O açúcar aumenta o número de vezes que a pessoa acorda durante a noite a gordura torna o sono menos profundo, segundo os pesquisadores. O estudo também mostrou que uma má alimentação aumentou o tempo que a pessoa leva para cair no sono em cerca de 15 minutos. Os participantes que seguiram uma dieta rica em fibras e proteína, mas pobre em gorduras saturadas e açúcares, levaram uma média de 17 minutos para adormecer contra 29 minutos para os mesmos participantes que comeram mais alimentos açucarados e gordurosos. Este estudo realizado pelo Centro Médico da Universidade de Columbia, em Nova York focou em apenas 26 indivíduos. Este número limitado de participantes deve exigir mais estudos para entender melhor a influência da dieta sobre o sono.

Em um artigo publicado no site CBSNews, o especialista do sono Michael Breus traz uma possível explicação. Ele disse que o açúcar e a gordura poderiam atrasar a secreção de melatonina (o “hormônio do sono”), que incluem o aumento da duração do sono.

Descubra abaixo dos 12 alimentos que irão ajudar você a ter um sono melhor, especialmente com base nos mais recentes estudos científicos, alguns favorecendo cair no sono, e outros ajudando a manter um bom sono.

11 alimentos para uma boa noite de sono1. Salmão. O ômega-3 contido nesse peixe ajuda a elevar os níveis de serotonina do cérebro que, consequentemente, aumentam a melatonina, conhecida como hormônio do sono. Outros peixes ricos em ômega-3 são o atum, a sardinha e a cavala.

2. Aveia. Esse cereal é rico em triptofano, um aminoácido importante que age como neurotransmissor em diversos processos bioquímicos, incluindo o sono.

3. Banana. Essa fruta é rica em vitamina B6 e magnésio e ajuda a produzir a serotonina que, como mencionado, ajuda a relaxar.

4. Linhaça. Esse alimento é rico em ômega-3 e ajuda a melhorar o humor, ansiedade, irritabilidade e depressão, além de melhorar a qualidade do sono.

5. Leite. Não só o leite mas os derivados são ricos em triptofano, aminoácido que ajuda a regular o sono. Uma boa dica é leite morno antes de dormir com mel. O mel tem efeito particular na melhora do sono de pessoas com gripe e tosse.

6. Maracujá. A fruta é famosa por acalmar e relaxar e ser um excelente auxiliar no sono. A fruta é rica em vitaminas do complexo B e flavonoides que agem no sistema nervoso central, acalmando. Uma dica é beber um como de suco antes de dormir.

7. Amêndoas. Assim como a linhaça, essas sementes são ricas em ômega-3 e melhoram a qualidade do sono.

8. Ovos. Esse alimento é rico em vitamina B12 e colina, substância que melhora sintomas de depressão e problemas psicológicos, além de ajudar no sono.

9. Couve. Essa e outras folhas verdes são ricas em cálcio. Estudos mostram que deficiência em cálcio faz com que as pessoas tenham mais dificuldades para dormir.

10. Grão-de-bico. É rico em vitamina B6, um dos precursores da melatonina, hormônio do sono que é desencadeado pela escuridão.

11. Pimentão. Esse vegetal é um dos mais ricos em hormônio melatonina e nutricionistas recomendam uma dieta que inclua pimentões vermelhos, amarelos e verdes.

12. Tâmaras. Frutas ricas em triptofano, que promovem o sono. Consumir por exemplo. 6 tâmaras 1 hora antes de deitar.

É importante lembrar que se você possui problemas para dormir, evite alimentos ricos em cafeína, um estimulante cerebral, como o caféchá-pretochá-verde e guaraná. Com essas dicas de alimentação, você terá uma excelente noite de sono.

Ciclos do sono, tipos de sono

Update: 11.04.2016.

Um constituinte do azeite capaz de matar células cancerosas

Azeite de oliva alimentos para melhorar o desempenho nas atividades físicasNOVA IORQUE – Pesquisadores da região de Nova Iorque descobriram que um constituinte do azeite de olivas prensadas a frio é capaz de matar células cancerosas, em experimento in vitro. Volta a uma pesquisa muito interessante publicada no início de 2015. Os cientistas americanos testaram o oleocanthal, um constituinte do azeite de oliva do tipo polifenol com efeito antioxidante, tendo constatado em laboratório que esta molécula leva à morte prematura de células cancerosas. Estas células são levadas à morte em 16 / 24 horas (fala-se de apoptose ou de morte programada), mas com o oleocanthal elas foram destruídas em alguns casos em 30 minutos e, em média, entre 30 minutos e 1 hora.  

As células sadias não destruídas

Segundo o Prof. Paul Breslin, coautor do estudo que trabalha na Rutgers University, em Nova Jersey: “As células sadias não eram destruídas por esta substância, mas colocadas em stand-by”. Em outros termos, somente as células cancerosas eram mortas. Pode-se dizer que se trata de uma terapia que desperta particular interesse.

Efeito nos lisossomos

Os pesquisadores observaram que o oleocanthal destruía os lisossomos nas células cancerosas, verdadeiras pequenas fábricas de reciclagem no interior das células, em forma de vesículas. O oleocanthal fez com que “morresse” a membrana dessas vesículas. Tão logo destruídos os lisossomos, as células com tumor morriam rapidamente. Nas células cancerosas, os lisossomos são mais volumosos que nas células sadias e contêm mais resíduos.

Necessidade de outros estudos

De acordo com o principal autor deste estudo, o Dr. David Foster, do Hunter College em New York, outras pesquisas são necessárias para se saber se este elemento constituinte é capaz de bloquear massas tumorais, por exemplo, em seres humanos ou em animais. Como o estudo foi levado a cabo em laboratório (in vitro), pesquisas in vivo em animais e no homem podem levar a resultados diferentes.

Segundo o Dr. Foster: “Também precisamos entender por que as células cancerosas são mais sensíveis ao oleocanthal que as células não cancerosas”.

Futuramente, medicamentos à base de oleocanthal ou de azeites de oliva enriquecidos com esta substância poderiam se constituir em aplicações práticas na luta contra o câncer.

Este estudo foi publicado na revista científica Molecular and Cellular Oncology, em 23 de janeiro de 2015.

Consuma o azeite de oliva!

olives vertesEmbora ainda seja cedo para utilizar o azeite de oliva em tratamentos contra o câncer, trata-se de um novo estudo que deve se desdobrar em um convite para que consumamos regularmente este produto. Numerosas pesquisas publicadas no passado mostraram o seu interesse, sobretudo na prevenção, em relação a várias doenças, tais como Alzheimer, doenças cardiovasculares ou o câncer. Um estudo espanhol publicado em 2015 mostrou que uma dieta mediterrânea, completada com a ingestão de 4 colheres de azeite de oliva por dia, possibilitou reduzir o risco de câncer no seio.

31.03.2016. Por Xavier Gruffat (farmacêutico). Fontes: Medicaldaily, Pubmed, Comunicado de imprensa da Universidade Rutgers. Fotos: Fotolia.com

10 dicas para combater a dengue

Dengue: casos aumentam no Sudeste do paísSAO PAULOA dengue é uma doença virótica transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti e pode ser mortal. O mosquito começa a se reproduzir durante os meses mais quentes, quando as chuvas são mais abundantes. A reprodução se dá justamente em poças de água limpa e parada. O mosquito põe os ovos e depois de algumas semanas as larvas eclodem. O verão é a época de maior incidência da doença e, para prevenir a transmissão, algumas medidas são necessárias. Leia algumas dicas para ter um verão com muita saúde e sem o perigo da dengue.

1. Não deixe acúmulo de água. A água da chuva pode se acumular em garrafas, pneus, ou qualquer outro reservatório. Após os períodos de chuva, verifique se não ficou água acumulada em algum local.

2. Ponha areia nos vasos das plantas. Em vez de usar água para as plantas, use areia ou pó de café nos pires dos vasos e, então, coloque água. A água contida é suficiente para manter as plantas vivas, mas sem ser um ponto de depósito dos ovos do mosquito da dengue.

3. Faça furos nos pneus velhos. Os furos permitem que a água acumulada escorra, não ficando parada e, assim, evitando que o mosquito se reproduza.

4. Cuidado com a caixa d’água. A caixa d’água é um excelente reservatório para os ovos da dengue. Mantenha-a sempre fechada e a limpe frequentemente com produtos especializados para a limpeza de caixas. Isso também vale para poços, cisternas e caçambas que se acumulam água.

5. Remova folhas e galhos das calhas. Esses objetos, assim como outros (flores, pedaços de garrafa, etc) impedem que água escoe e então, se acumula. Verifique semanalmente o estado de calhas, canos e ralos.

6. Evite cultivar plantas aquáticas. A água das plantas aquáticas é limpa e propícia para a reprodução da dengue. Durante o pico da dengue, plante outros tipos de planta.

7. Mantenha latas e garrafas emborcadas para baixo. Isso evita que a água da chuva se acumule e fique parada por muito tempo. O ideal é jogar garrafas, latas e latões fora ou não deixá-los expostos.

8. Use telas protetoras. A tela protetora evita que os mosquitos entrem na sua casa, mas não impedem que ele se reproduza. O uso de telas e tecidos nas janelas é uma medida complementar e deve ser associada às outras práticas para evitar a reprodução do Aedes.

9. Cuide das piscinas. As piscinas são normalmente difíceis de tratar por possuem um volume grande de água. Se você não a está utilizando, cubra-a com uma lona. Trate a água da piscina com cloro e outros desinfetantes de água.

10. Preste atenção ao lixo. Muitas pessoas pensam que os lixos, por acumularem água suja, não apresentam perigo à dengue. Mas a verdade é que se há água acumulada, há a possibilidade de reprodução do mosquito. Para isso, vede os sacos de lixo e não os deixe expostos.

Leia mais em nossa página sobre a dengue