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11 alimentos para melhorar o desempenho nas atividades físicas

11 alimentos para melhorar o desempenho nas atividades físicasEm época de Copa do Mundo, todo mundo fica mais voltado aos esportes. O Criasaude sempre estimula a pratica de atividades físicas, desde que sob a supervisão de um profissional habilitado e tomando os devidos cuidados, e um desses cuidados é a alimentação. A escolha de alimentos adequados ajuda a evitar lesões e fortalecer os músculos. Veja nossa lista sobre o que comer para ter músculos mais fortes e resistentes.

1. Cereja. O suco dessa fruta ajuda a reduzir a dor muscular, de acordo com um estudo publicado no British Journal of Sport Medicine. Além disso, a fruta contém quantidades apreciáveis de vitamina C, potássio e fibras que são benéficas para o corpo de maneira geral.

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2. Espinafre. Esse vegetal contém o nutriente octacosanol que aumenta a captação de oxigênio pelos músculos. O espinafre é ainda rico em vitamina E, um antioxidante que ajuda a eliminar os radicais livres que causam fadiga muscular.

3. Café. Beber uma xícara de café antes dos treinos de musculação ou atividade física é benéfico, pois a bebida contém estimulantes que aumentam a resistência muscular e dão energia. Além disso, estudos mostram que o café ajuda a queimar gorduras.

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4. Proteínas. As proteínas são os principais formadores da massa muscular e devem ser consumidas caso você pratique algum esporte ou atividade física. Dê preferência a carnes brancas, como peixe, aves e crustáceos. Se você é vegetariano, uma fonte importante de proteínas é a soja.

5. Leite e derivados. Também são ricos em proteínas e vitaminas que ajudam no aumento da massa muscular, como a vitamina B12. Além disso, o leite contém quantidades importantes de cálcio, um mineral importante para formação de ossos e cartilagens.

6. Azeite de oliva. As gorduras também são parte importante da dieta e ajudam no crescimento muscular e evitam a fadiga. Prefira as gorduras poli-insaturadas como as encontradas no azeite de oliva. Esse produto ainda ajuda a reduzir o mau colesterol e é rico em vitamina AD, E e K

olives vertes

7. Batata-doce. A batata-doce é rica em carboidratos, o principal combustível do organismo para atividades físicas. O alimento possui ainda fibras e vitaminas B1, C, A, magnésiopotássiocálcioferro.

8. Brócolis. Estudos da Universidade da Carolina do Sul mostraram que o consumo diário de brócolis reduz a fadiga muscular e o estresse físico que lesiona articulações e tendões. O vegetal contém ainda carotenoides e antioxidantes que combatem os radicais livres do corpo.

9. Quinoa. Esse grão comum nos países andinos é excelente fonte de proteína e o que é melhor: ele contém todos os 9 aminoácidos essenciais. A quinoa é pobre em calorias e rica em fibras, ajudando a digestão e retardando a absorção de gorduras.

10. Amêndoas. Essas oleaginosas são ricas em proteínas, gorduras poli-insaturadas e magnésio. Esse mineral tem papel importante em processos bioquímicos e ajuda no metabolismo e produção de fibras musculares.

11. Água. Em qualquer dieta, a água é componente fundamental. Hidrate-se adequadamente para repor os minerais perdidos durante a transpiração. Além disso, a água faz parte de importantes reações bioquímicas no organismo que ajudam na queima de gordura e produção de proteína.

Água alimentos para melhorar o desempenho nas atividades físicas

Com essas dicas você terá mais vigor em suas atividades físicas e vai curtir a Copa do Mundo com muito mais disposição.

Leia mais em: 10 dicas para ver resultados na academia.

E você concorda com essas dicas ou tem mais alguma para sugerir? Deixe seu comentário logo abaixo nesta página. Sua opinião é muito importante!

Cultivo de plantas medicinais em hortas comunitárias urbanas

Cultivo de plantas medicinais em hortas comunitárias urbanasSÃO PAULO – Hortas comunitárias em São Paulo abrigam uma diversidade de plantas medicinais que ficam disponíveis para quem estiver por perto e alimentam a tradição do uso de plantas no tratamento de problemas de saúde de baixa complexidade.

Desde setembro de 2012 que muitos espaços públicos ociosos (praças, parques, terrenos abandonados, …) da cidade de São Paulo vêm sendo tomados por iniciativas de pessoas que buscam a melhoria da qualidade de vida através do resgate do contato com a terra e da difusão de informações sobre alimentação, nutrição, meio ambiente, entre outras.

As hortas comunitárias urbanas proporcionam espaços de mudança e reflexão da maneira de produção e consumo de alimentos, integração e protagonismo da comunidade ao redor, apropriação e revitalização de espaços públicos pela população, educação ambiental e educação alimentar.

Segundo Cláudia Visoni, voluntária da Horta das Corujas e integrante do grupo “Hortelões Urbanos”, a maioria das hortas comunitárias urbanas “não visam primordialmente o abastecimento, mas a educação ambiental na prática através da reconexão com os ciclos da natureza; a educação nutricional por meio do aprendizado de onde vem o alimento e como cultivá-lo; diversificação alimentar, pois muitos alimentos plantados não são encontrados em supermercados”.

Cultivo de plantas medicinais em hortas comunitárias urbanas

Plantas Medicinais

Ao lado de hortaliças e outros vegetais destinados para a alimentação, é comum encontrar nos canteiros ou em cantos isolados, algumas espécies de plantas medicinais que não são consumidas corriqueiramente, mas que podem ser úteis em certos casos de problemas de saúde.

Além de fortalecer a tradição do uso do uso medicinal de plantas para tratar problemas de saúde de baixa complexidade, estas hortas comunitárias agem como ponto de disseminação de mudas e sementes para o cultivo domiciliar.

Cultivo de plantas medicinais em hortas comunitárias urbanas

Outros benefícios à saúde

Não é apenas pelo poder das plantas medicinais que estas hortas comunitárias melhoram a saúde da população ao redor. Outros benefícios à saúde podem ser colhidos devido o aumento das áreas verdes urbanas, acesso a alimentos orgânicos e saudáveis, acesso a temperos que diminuem o consumo de sal, bem como a troca de conhecimento sobre saúde entre os frequentadores da horta.

Cláudia ainda enfatiza que “não existe propaganda de milho e brócolis na TV, o contato com a horta traz a aproximação destes alimentos na vida das crianças, o que faz com que elas queiram comer mais vegetais”.

Hortas comunitárias urbanas Endereço Bairro Plantas medicinais encontradas
Horta das Corujas Praça Dolores Ibarruri Vila Beatriz Alecrim, arnica-do-mato, arrudababosa, boldo, capim-santo, capuchinha, cavalinha, citronela, estomalina,guaco, hortelã, lavanda, manjericão, melissa, novalgina, ora-pro-nobis, orégano, sabugueiro, sálviatomilho
Horta BNH Praça Maria Noeli Carly Lacerda Pinheiros
Horta da Vila Anglo Rua Rifaina Perdizes
Horta da Nascente Praça Homero Silva Pompéia
Horta comunitária da Vila Pompéia R. Saramenha com R. Francisco Bayardo Pompéia
Horta do CCSP Centro Cultural de São Paulo Vergueiro alecrim, arruda, boldo, capim-santo, carqueja, cavalinha, citronela, confrei, erva-doce, hortelã, lavanda, manjericão, melissa, menta, mil-folhas, orégano, sálvia, tomilho
Horta do Ciclista Av. Paulista com a Rua da Consolação Bela Vista Alecrim, babosa, boldo, capim-limão,  guiné, hortelã, lavanda, melissa
Horta da Brasilândia R. Itambé do mato dentro com a R. Jesuino Antônio Batista Brasilândia Babosa e boldo
Horta da Vila Industrial Rua Pacari da Mata São Lucas
Horta Arborecer Rua Cachoeira Nova Vida São Lucas
Hortão Casa Verde R. Caetano Desco, 123 Casa Verde Bálsamo, boldo, capim-limão, centelha asiática, cidreira, hortelã, macaé, malva, menta, piava-branca, picão-branco, picão-preto
Horta da Vila Nova Esperança Av. Eng. Heitor Antonio Eiras Garcia, 9200 Raposo Tavares

Babosa, bálsamo-verde, boldo, hortelã, manjericão, açafrão

Escrito por: Adriana Sumi
Colaboração: Ana Terra

Como adaptar o organismo ao horário de verão

Como adaptar o organismo ao horário de verãoSÃO PAULOO conceito do horário de verão consiste em adiantar os relógios em uma hora para melhor aproveitar a luz solar e economizar energia. O primeiro país a adotar essa tática foi a Alemanha, em 1916, durante a Primeira Guerra Mundial, como medida para economizar carvão. Atualmente, diversos países do mundo adotam o horário de verão com o mesmo intuito: economia de energia elétrica. Dentre eles estão os Estados Unidos, Canadá, diversos países da Europa ocidental e central, parte da Austrália, países da Escandinávia, alguns países do norte da África, dentre outros.
Entretanto, o horário de verão não tem efeito benéfico em todas as pessoas. De acordo com o National Sleep Foundation nos Estados Unidos, muitas pessoas são suscetíveis à perda de uma hora de sono, de maneira que isso causa impacto negativo na qualidade de vida dos indivíduos. Outro estudo publicado na Neuroscience Letters constatou que as pessoas que perdem uma hora de sono tem sua qualidade reduzida, mesmo após o fim do horário de verão. De acordo com um estudo do American Journal of Cardiology, durante o horário de verão há picos de ataques cardíacos, pois a falta de sono aumenta o estresse durante o dia. De acordo com um estudo publicado durante um congresso de cardiologia em Washington, nos EUA no final de março, a mudança para o horário de verão aumenta o número deinfarto do miocárdio em 25% na segunda-feira após o ajuste do horário. Mais uma vez, o responsável por esse aumento de incidência é a perda de 1 hora de sono.

Portanto, é importante se cuidar durante esse período, principalmente se você é suscetível à perda de uma hora de sono. Especialistas recomendam que, durante os primeiros dias do horário de verão, a pessoa que tem problemas para dormir evite estimulantes, como café e produtos com cafeína (como chá verde, chá preto e certos refrigerantes), chocolate (sobretudo o amargo), etc. Além disso, é importante criar um ambiente calmo, tranquilo e agradável antes de dormir. Evite também trabalhar logo antes de ir pra cama ou se expor à luminosidade da televisão ou computador.

A alimentação também desempenha um papel importante no ciclo de sono das pessoas, e pode ser um auxiliar no reequilíbrio do corpo durante o horário de verão. Faça refeições leves à noite e dê preferência a alimentos que estimulem o sono, como banana e produtos lácteos. Durante a manhã, prefira refeições mais substanciosas para te dar energia no começo do dia, horário no qual as pessoas normalmente estão mais sonolentas. A atividade física é também recomendada, pois garante bem-estar físico e mental.

Essas recomendações também valem para pessoas que viajam para outros fusos horários ou mudam de turnos de trabalho.

Quer conhecer outras dicas para regular o seu sono? Leia mais em: 10 dicas para mandar a insônia para longe – 11 alimentos para uma boa noite de sono

20 de Outubro de 2014. Texto escrito por Matheus Malta de Sá (farmacêutico). Fontes: National Sleep Foundation, Neuroscience Letters, The American Journal of Cardiology. Fotos: Criasaude.com.br

Comer maçãs ajuda a emagrecer, o papel da flora intestinal

Comer maçãs ajuda a emagrecer, o papel da flora intestinalPULLMAN (WASHINGTON)Comer maçãs, incluindo a variedade Granny Smith, poderia ajudar a combater a obesidade e doenças associadas, como mostrado por pesquisadores americanos da Universidade do Estado de Washington, nos Estados Unidos. Os componentes não digeríveis de maçã, incluindo as fibras dietéticas, seriam os responsáveis por esses efeitos benéficos contra o ganho de peso.
“Nós sabemos que as maçãs são uma importante fonte de componentes indigeríveis, mas há variedades diferentes. Os resultados deste estudo vão ajudar os consumidores a escolher a variedade correta de maçã para lutar contra a obesidade“, diz a responsável pelo estudo, Giuliana Noratto o estudo.

Granny Smith, a rainha das maçãs?

Segundo os pesquisadores, comer maçãs Granny Smith promove o crescimento de bactérias boas no cólon, graças à concentração particularmente elevada de substâncias não digeríveis encontrados nesta variedade de maçã, como os compostos fenólicos e fibras dietéticas, bem como os flavonoides.

Apesar do fato de que a maçã e os seus componentes são mastigados, submetido à acidez do estômago e à ação de enzimas digestivas, estes componentes não digeríveis permanecem intactos quando alcançam o cólon. Neste ponto, os compostos são fermentados pelas bactérias no cólon em promovem o crescimento de bactérias benéficas no sistema digestivo. “Esses componentes indigeríveis encontrados na Granny Smith conseguem mudar a proporção de bactérias fecais em um rato obeso em um nível semelhante aos ratos com peso normal.” diz Noratto.

Os pesquisadores compararam uma variedade de maçãs (Braeburn, Granny Smith, Fuji, Gala, Golden Delicious, McIntosh e Red Delicious) e notaram que a Granny Smith continha a maior quantidade de componentes não digeríveis.

O estudo foi publicado na edição de outubro 2014 da revista especializada Food Chemistry.

Boas bactérias e a flora intestinal

Esta descoberta poderia ajudar a prevenir certas doenças associadas com a obesidade, tais como a inflamação crônica que, por vezes, leva ao diabetes. Sabemos que nos pacientes obesos, o equilíbrio entre algumas comunidades de bactérias é perturbado. Isto resulta na produção de produtos secundários que conduzem à inflamação e influencia as doenças metabólicas relacionadas com a obesidade. Segundo Noratto: “O que determina o equilíbrio entre bactérias no cólon é o alimento que consumimos”.

Além de reduzir a inflamação no cólon, um bom equilíbrio entre as diferentes bactérias do cólon pode promover a saciedade, isto é, a sensação de ter comido suficiente.

Nos últimos anos, a ciência está mais focada para o estudo da flora intestinal que povoa o trato digestivo. Esta é uma forma muito interessante para lutar contra a epidemia de obesidade global. Em termos de nutrição (o estudo científico dos alimentos), percebemos que o valor calórico de um alimento não é a única causa da obesidade que deve ser considerada, mas é um fator entre outros. O valor nutricional de um alimento também desempenha um papel chave no ganho ou na perda de peso.

Um estudo publicado no final de setembro 2014 mostrou que os antibióticos em excesso em crianças podem promover obesidade.

Há uma ligação significativa entre a flora intestinal (microbiota) e a obesidade. Um estudo europeu mostrou o efeito protetor de oito espécies bacterianas contra o ganho de peso. No futuro, os probióticos podem ser comercializados para promover a perda de peso.

Coma maçãs

No final de 2013, pesquisadores britânicos mostraram que comer uma maçã por dia evita milhares de casos infartos do miocárdio e acidentes vasculares cerebrais em adultos com mais de 50 anos no Reino Unido.

O famoso ditado criado há cerca de 150 anos na Era Vitoriana “Uma maçã por dia mantém os médicos longe” (em inglês: An apple a day keeps the doctors away) faz sentido à luz de estudos científicos atuais. Em pacientes obesos, a sentença pode ser mudada um pouco: “Uma Granny Smith por dia mantém os médicos longe e ajuda a perder peso”.

13 de outubro de 2014. Texto escrito por Xavier Gruffat (farmacêutico), e traduzido e adaptado por Matheus Malta de Sá(farmacêutico). Fontes: Comunicado de imprensa da Universidade Estadual de Washington, BMJ, CBSNews. Foto: © Aurelio – Fotolia.com

Vida com mais saúde: conheça as academias ao ar livre em todo o brasil

Vida com mais saúde: conheça as academias ao ar livre em todo o brasilMuitas pessoas querem começar uma atividade física mas ficam sem ânimo para ir à academia todo dia. Outras não querem pagar os preços cobrados por centros de fitness e ginásticas que, muitas vezes são muito altos e inacessíveis. Há ainda aqueles que não gostam de ambientes fechados e preferem atividades ao ar livre. Devido a esses e outros fatores, as chamadas “academias ao ar livre” têm crescido em popularidade em diversas cidades do país. Se você ainda não sabe do que estamos falando, leia nosso artigo.

O que são as academias ao ar livre?

Você certamente já passou por parques e praças e viu aqueles aparelhos que mais lembram playgrounds infantis. Esses equipamentos coloridos podem ser usados para realizar trabalhos aeróbicos e de musculação. Como toda atividade física, algumas dicas são importantes antes de se começar os exercícios:

– Antes de começar, faça alongamentos e um aquecimento, que pode ser uma leve corrida ou polichinelos.

– Matenha a postura adequada durante todo o exercício. Os aparelhos normalmente vêm com instruções e orientações de uso. Siga-as adequadamente.

– Realize as repetições de maneira lenta e concentrada. Com isso, o trabalho muscular será mais eficaz.

– Hidrate-se constantemente, sobretudo nos dias de calor. Evite, contudo, fazer atividades quando o sol estiver no pico (horário entre 10 da manhã e 3 da tarde). Use sempre protetor solar, bonés e proteção adequada.

Vida com mais saúde: conheça as academias ao ar livre em todo o brasil

– Use roupas leves e tênis.

– Páre imediatemente se você sentir alguma dor articular, tontura ou algo que não seja comum. Um instrutor físico para os primeiros dias é importante para te orientar.

Há muitas vantagens de usar academias ao ar livre. Primeiramente que elas são gratuitas e, portanto, acessíveis a toda população. Em segundo lugar, esses locais são excelentes para interagir com pessoas, fazer amigos e até arranjar namorados. Além disso, você pode levar toda sua família e se divertir de maneira saudável e gostosa.

Onde achar academias ao ar livre?

As academias ao ar livre estão se popularizando no país. Muitas capitais brasileiras já têm praças e parques com aparelhos para atividades físicas. Veja uma alguns locais para se exercitar:

– São Paulo: Parque do Povo, Praça Irmãos Karmann, Parque Villa-Lobos, Parque do Ibirapuera (foto), Parque Trianon.

– Rio de Janeiro: instalações presentes na orla carioca, de Botafogo ao Recreio, passando por Leme, Copacabana, Ipanema, São Conrado, Leblon e Barra da Tijuca.

– Recife: Praça da Vitória, Praia de Boa Viagem, Parque da Jaqueira, Chié, Parque Apipucos Maximiano Campos.

– Salvador: Praia de Armação, Câmara Municipal de Salvador, Largo das Baianas.

Vida com mais saúde: conheça as academias ao ar livre em todo o brasil

– Belo Horizonte: Praça Belvedere, Lagoa Santa, Parque Baleares, Praça Três Marias, Avenida Pedro II (bairro Caiçara).

– Curitiba: Praça das Tendas, Parque Bacacheri, Bosque Eucaliptos, Praça Renato Russo, Praça Ouvidor Pardinho, Praça Ronald Golias.

A lista é grande e não pára por aqui. Para saber onde encontrar academias ao ao livre em sua cidade, converse com a prefeitura, procure na internet ou simplesmente visite os parques e praças do seu bairro.

Se você viajar para outro país, será possível também encontrar academias ao ar livre. Em cidades como Madri, na Espanha, e Pequim, na China, as academias ao ar livre são bem popularizadas. Outras cidades, entretanto, não possuem a mesma facilidade por terem clima muito severo, com invernos muito frios ou verões extremamente quentes. Se você quer ser manter ativo durante as férias, informe-se se a cidade que você vai visitar possui esse tipo de comodidade.

Quais os cuidados a se tomar nas academias ao livre?

Além dos cuidados para não se machucar e lesionar músculos e articulações, é importante que você não se exercite com o sol muito forte para não causar queimaduras solares e desidratação excessiva.

Consulte-se também com profissionais de educação física para receber a orientação adequada.

Quem pode usar as academias ao ar livre?

Essa é uma outra vantagem das academias ao ar livre: elas são acessíveis a todos os públicos, crianças, adultos e idosos. Muitas prefeituras de diversas cidades fazem campanhas com determinados grupos da população para estimular a prática de atividade física. Ultimamente, diversos idosos começaram a se tornar mais ativos depois da instalação de aparelhos em praças e parques. Para mais detalhes, procure a Secretaria de Esportes da sua cidade.

Alerta: ebola pode atingir 20 mil pessoas até novembro, segundo oms

Alerta: ebola pode atingir 20 mil pessoas até novembro, segundo omsGENEBRA, SUÍÇAA atual epidemia de ebola é a pior já registrada. O vírus, até o momento, está localizado em países da África Ocidental, mas há ameaça de que a doença se espalhe por todo o continente africano, e possa migrar para outros continentes próximos, como Europa e Ásia.
Até o momento, a Organização Mundial da Saúde (OMS) registrou 3091 mortes de um total de 6574 possíveis casos. O país com mais relatos é a Libéria, com 1830 mortes. O número de mortes nesse país é quase três vezes maior que os casos no Guiné e na Serra Leoa. Nigéria e Senegal, que também apresentaram casos da doença, não relataram mais mortes por ebola.
Mas os dados são ainda mais preocupantes. De acordo com o Chistopher Dye, responsável de estratégia da OMS, o número de casos pode chegar a 20 mil em novembro desse ano. Em um estudo divulgado pela OMS e realizado em parceria com o Imperial College, em Londres, Inglaterra, esse número pode pular para centenas de milhares caso o surto não seja controlado.

Christopher Rye chama a atenção para que mais esforços sejam feitos com a finalidade de conter a doença. As Nações Unidas tentam angariar fundos para combater o surto, que já é classificado pelo Conselho de Segurança como uma ameaça à paz mundial.

Vacina

A OMS divulgou recentemente que vacinas experimentais para combater o vírus ebola estarão disponíveis em 2015. Essas vacinas estão sendo produzidas pela indústria farmacêutica GSK e NewLink Genetics.

A produção dessa vacina tem levantado conflitos éticos. Normalmente são necessários anos para que uma vacina seja aprovada para uso em humanos, sendo preciso testes para provar sua eficácia e segurança. Entretanto, no caso do ebola, por ser uma doença muito grave que mata a uma velocidade alta, o processo de aprovação deverá ser acelerado.

Discute-se agora se essas vacinas experimentais devem ser oferecidas primeiro aos profissionais da saúde que cuidam dos infectados, bem como aos assistentes que estão nas áreas atingidas. Uma vez que a segurança for provada nessas pessoas, o uso seria ampliado aos doentes em regiões de risco.

As vacinas testadas até então têm bons resultados em macacos, de acordo com estudo recente publicado na revista científica de prestígio, Nature.

Leia também: Epidemia de ebola está fora de controle – Cientistas descobrem proteína que bloqueia a liberação dos vírus HIV e ebola

29 de setembro de 2014. Texto escrito por Matheus Malta de Sá  (farmacêutico). Fonte: Organização Mundial da Saúde, Reuters, Nature.

Alimentos de origem não animal ricos em proteínas

11 alimentos de origem não animal ricos em proteínasO vegetarianismo e o veganismo são estilos de vida que vêm ganhando força nos últimos anos. A opção por não comer produtos de origem animal, como leite, ovos e carne, tem ganhado adeptos no mundo todo. Entretanto, muitas pessoas acabam não ingerindo as quantidades diárias necessárias de proteínas e vitaminas pois desconhecem produtos de origem não animal ricos nesses nutrientes. Veja nossa lista de alimentos ricos em proteína e que não provém de animais.

1. Grão-de-bico. Este alimento é um dos mais ricos em proteínas. Cada 200 g dessa leguminosa contém 16 g de proteína. Entretanto, as proteínas não são completas e devem ser combinadas a outros alimentos, como arroz e ervilhas. O grão-de-bico é ainda rico em vitaminas do complexo B, fibras, cálcio e magnésio

2. Ervilhas. Uma xícara contém cerca de 8 g de proteína, o mesmo que uma xícara de leite. Você pode usar em saladas ou combinar com grão-de-bico para obter os aminoácidos essenciais para sua dieta. Além disso, as ervilhas são fontes de vitamina C e K.

3. Quinoa. Esse grão andino possui mais de 8 g de proteína por xícara e inclui todos os 9 aminoácidos essenciais que o corpo precisa. A quinoa ainda é rica em fibras e baixa em calorias.

4. Sementes oleaginosas. Nessa classe entram as amêndoas, nozes, avelãs e castanha de caju. Elas são ricas em proteínas, cerca de 6 g a cada 30 g, e gorduras insaturadas. Mas cuidado para não exagerar: essas sementes são altamente calóricas.

Sementes oleaginosas

5. Feijão. Componente quase diário do prato do brasileiro, essa leguminosa é rica em proteínas. 200 g de feijão possuem cerca de 15 g de proteína, além de fibras e minerais.

6. Abacate. Essa fruta contém cerca de 5 g de proteína a cada 200 g de polpa. Além disso, o abacate é rico em gorduras insaturadas que protegem o corpo de doenças vasculares. Mas atenção: o abacate é altamente calórico.

7. Arroz integral. Outro alimento sempre presente no prato do brasileiro, esse grão é fonte de proteínas. Prefira a versão integral que também é rica em fibras, minerais e vitaminas. Para obter todos os aminoácidos essenciais, o arroz deve ser combinado a outros alimentos, como o feijão ou grão-de-bico.

8. Espinafre. Essa folha verde escura é fonte de proteínas, sendo que duas xícaras têm quase 3 g desse nutriente. Além disso, o espinafre é rico em ácido fólicovitamina Avitamina C, ferro e outros minerais.

9. Brócolis. Esse vegetal é um dos mais ricos em proteínas, e cerca de 2 xícaras são responsáveis por garantir 8 g de proteínas. O brócolis ainda é fonte de fibras, vitamina E e cálcio.

Brócolis

10. Algas. As algas são pouco consumidas mas estão dentre os alimentos de origem não animais mais ricos em proteína. A alga nori, por exemplo, possui 2 vezes mais proteínas que a mesma quantidade de carne, além de ser rica em vitaminas A e C.

11. Cogumelos. Esses alimentos são também fonte de proteína e baixos em caloria. Além disso, possui quantidades de vitaminas B1B2B3, B7 e C, sódiopotássio e fósforo. Fáceis de preparar, os cogumelos podem ser usados em saladas, refogados, pizzas e no que mais você quiser.

O importante é ter uma dieta diversificada, combinando diversos alimentos para obter as quantidades necessárias de proteína e todos os aminoácidos importantes para o funcionamento do corpo.

10 alimentos ideais para diabéticos

10 alimentos ideais para diabéticosA diabetes é uma doença metabólica que se caracteriza por uma deficiência em processar o açúcar ingerido. Essa deficiência pode ser devida a fatores genéticos ou adquirida ao longo da vida. Além da medicação, muitos casos de diabete são controlados pela dieta. As pessoas no geral sabem que se deve evitar comidas gordurosas e doces, mas o que um diabético pode comer para ter uma boa qualidade de vida? Veja nossos alimentos que certamente ajudarão a você controlar essa doença.

1. Produtos com farinha integral. Eles incluem macarrão, pão, biscoitos, etc feitos com farinha de trigo integral. Os carboidratos desses produtos são complexos, liberando açúcar aos poucos e não aumentando o nível glicêmico rapidamente.

2. Arroz integral. Assim como o macarrão e o pão integral, o arroz integral é composto por carboidratos complexos e com alto teor de fibras, que ajuda a manter a sensação de saciedade por longas horas e controlar as taxas de açúcar no sangue.

3. Leguminosas. Alimentos como feijão, lentilha, grão-de-bico, soja, etc são ricos em fibras e proteínas e também possuem carboidratos complexos.

4. Folhas verdes. As folhas verdes (espinafre, agrião, rúcula, etc) são ricas em vitaminas, minerais e fibras. Elas ajudam a absorver gorduras ingeridas e ajudam a manter a saciedade por longas horas. Coma as folhas verdes sem culpa e sem medo.

10 alimentos ideais para diabéticos

5. Carnes magras. Carnes de frango, porco e vaca com pouca gordura são importantes para o diabético. Elas são ricas em proteínas e micronutrientes, como vitamina B12 eferro. Prepare-as com o mínimo de óleo possível e não adicione gordura ou cremes.

6. Leite desnatado e derivados. Produtos lácteos são ricos em proteínas e contém baixo teor de carboidrato, além de cálcio e outros nutrientes. Consuma as versões desnatadas, que são baixas em gordura e colesterol.

7. Peixe. Eles são ricos em nutrientes como fósforo e também proteínas. Além disso, peixes gordurosos (como salmão, atum) são ricos em ômega-3. Pessoas com diabetes normalmente tem níveis elevados de colesterol e triglicérides. O ômega-3 ajuda a reduzir esses níveis.

8. Canela. Essa especiaria é muito versátil e importante para os diabéticos. Além substituir parte do açúcar refinado em doces e sobremesas, a canela ajuda a usar a insulina de maneira mais eficaz. Em outras palavras, salpicar canela nos alimentos reduz os níveis de açúcar no sangue. Estudos revelam que meia colher de chá é o suficiente.

10 alimentos ideais para diabéticos

9. Maçã. A fruta é rica em minerais, água, vitaminas e fibras. Além disso, a maçã possui baixo índice glicêmico, ou seja, reduz a absorção de glicose, não elevando excessivamente o seu nível no sangue. A maçã ainda dá sensação de saciedade e possui poucas calorias. ATENÇÃO: nem todas as frutas têm baixo índice glicêmico.

Frutas secas (uva passa, tâmara desidratada, etc), elevam o nível e glicose no sangue rapidamente e devem ser consumidas com moderação.

10. Gengibre. Estudos recentes apontam que o gengibre aumenta a captação de glicose por células musculares, independentemente do nível de insulina. Além disso, há indícios de que o gengibrepotencializa o efeito das medicações contra diabetes.

Se você é diabético, evite alimentos de alto índice glicêmico, ou seja, aqueles ricos em açúcar refinado. Isso inclui chocolates, doces em geral, massas e pão feitos com farinha branca, refrigerante e álcool. O diabético normalmente tem alteração nos níveis de colesterol e triglicérides, por isso é necessário também o controle na ingestão de gorduras. Evite carnes gordurosas, produtos lácteos integrais, frituras, manteiga, embutidos (salame, linguiça, salsicha) e sucos adoçados. As frutas merecem atenção, pois elas contêm carboidratos simples que aumentam o índice glicêmico. O paciente diabético deve limitar a ingestão a 3 porções por dia.

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Diabetes, hipertensão e tabagismo aumentam risco de alzheimer

Diabetes, hipertensão e tabagismo aumentam risco de alzheimerLONDRES, REINO UNIDOO Mal de Alzheimer é uma doença neurodegenerativa que afeta a memória, as funções cognitivas e capacidades de realizações de tarefas dos seus portadores. Ela atinge principalmente a população acima dos 65 anos de idade. Estima-se que cerca de 1,2 milhões de pacientes no Brasil possuam a doença, com o aparecimento de 100 mil novos casos por ano.
Atualmente, a doença não tem cura, sendo, portanto crônica. Os tratamentos visam a reduzir os sintomas debilitantes da morte neuronal e retardar a progressão da doença, evitando que mais células nervosas morram. Além dos problemas cognitivos, o Alzheimer também provoca alterações psicológicas, como depressão, ansiedade, problemas para dormir, alterações de personalidade e raciocínio, dentre outras.
As causas do Alzheimer ainda não são totalmente conhecidas, mas acredita-se que fatores genéticos associados a hábitos de vida, desencadeiem a doença. Um estudo recente da organização internacional Alzheimer Disease International (ADI), publicado no dia 17 de setembro, apontou que pressão alta, tabagismo (fumo) ediabetes favorecem o desenvolvimento de Alzheimer e outras doenças comuns da velhice. O relatório atual diz que a diabetes, por exemplo, pode aumentar o risco de demência em até 50%.

Mas o relatório também aponta medidas protetoras que podem evitar o Mal de Alzheimer. Mudança de estilo de vida com inclusão de hábitos saudáveis é benéfica para retardar o aparecimento de demências. Parar de fumar, praticar esportes, reduzir o consumo de açúcar e gordura, evitar alimentos industrializados e controlar a pressão alta são medidas apresentadas como positivas para evitar a doença.

O diabetes, em particular, preocupa, pois cada vez mais o número de indivíduos com a doença aumenta. Fruto de má alimentação e sedentarismo, o diabetes aparece junto com outras doenças metabólicas, como hipertensão, colesterol e triglicérides altos e obesidade.

O relatório descreve que poucas pessoas conhecem a associação entre essas doenças e o Mal de Alzheimer. Apenas 25% das pessoas associaram a obesidade a um risco aumentado de demência. Além disso, somente 23% das pessoas associaram a prática de atividades físicas a uma redução do risco de Alzheimer. O estudo ainda aponta que parece que a prevalência de demência está caindo em países desenvolvidos, ao passo que ela aumenta em países em desenvolvimento, como o Brasil.

Por fim, o relatório alerta as autoridades de saúde para medidas que previnam e combatam o diabetes, o tabagismo e a pressão alta, incluindo programas especiais para idosos e crianças, a fim de educa-los a adotarem hábitos mais saudáveis.

22 de setembro de 2014. Texto escrito por Matheus Malta de Sá  (farmacêutico). Fonte: World Alzheimer Report 2014.

Extrato de espinafre diminui vontade de comer e ajuda na perda de peso

Extrato de espinafre diminui vontade de comer e ajuda na perda de pesoLUND (SUÉCIA)Um extrato de espinafre contendo membranas de folhas verdes chamadas tilacoides diminui a fome hedônica em até 95%, e aumenta a perda de peso em 43%. Isso foi demonstrado em um estudo de longa duração realizado em seres humanos e publicado recentemente pela Universidade de Lund, na Suécia.
A fome hedônica é outro termo para as ânsias e desejos de comer que muitas pessoas têm por alimentos pouco saudáveis, como doces ou fast food, uma causa comum de obesidade e hábitos alimentares pouco saudáveis. O estudo sueco mostra que ingerir tilacoides reforça a produção do corpo de hormônios da saciedade e suprime a fome hedônica, o que leva a um melhor controle do apetite, hábitos alimentares mais saudáveis e aumento da perda de peso.
“Nossas análises mostram que tomar uma bebida contendo tilacoides antes do café reduz o desejo e mantém você mais satisfeito durante todo o dia”, diz Charlotte Erlanson-Albertsson, Professora de Medicina e Química Fisiológica da Universidade de Lund.

Detalhes do estudo

O estudo envolveu 38 mulheres com excesso de peso e foi conduzido por três meses. Todas as manhãs, antes do café, os participantes tiveram uma bebida verde. Metade das mulheres recebeu 5 gramas de extrato de espinafre e a outra metade, o grupo controle, recebeu um placebo. Os participantes não sabiam a qual grupo pertencia – as únicas instruções que receberam eram para comer uma dieta equilibrada, incluindo três refeições por dia e não seguir qualquer outra dieta.

“No estudo, o grupo controle perdeu uma média de 3,5 kg, enquanto o grupo que recebeu tilacoides perdeu 5 kg. O grupo tilacoide também descobriu que era mais fácil se ater a três refeições por dia – e eles não tiveram qualquer desejo alimentar”, disse Charlotte Erlanson-Albertsson.

O extrato de espinafre desacelera o processo de absorção

A chave é a sensação de saciedade e supressão da fome hedônica vs fome homeostática, que é a fome que regula nossas necessidades básicas de energia. Alimentos processados modernos são quebrados tão rapidamente que os sinais de saciedade enviados para o cérebro por hormônios não são mantidos. As membranas de folhas verdes retardam o processo de digestão, dando aos hormônios intestinais tempo para serem lançado e comunicarem ao cérebro que estamos satisfeitos.

“Trata-se de fazer uso do tempo que se leva para digerir os alimentos. Não há nada de errado com o nosso sistema digestivo, mas não funciona bem com comidas modernas ‘pré-mastigadas’”. Os tilacoides estendem a digestão, o que produz a sensação de saciedade. Isso significa que somos capazes de manter a dieta que estamos seguindo, sem nos atirarmos a alimentos desnecessários, como doces, batatas fritas e outros”, diz Charlotte Erlanson-Albertsson.

15 de setembro de 2014. Texto traduzido por  Matheus Malta de Sá (farmacêutico). Fonte: Universidade de Lund, Suécia. Foto: Fotolia.com