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11 alimentos para reduzir o colesterol alto

11 alimentos para reduzir o colesterol altoO colesterol alto é um dos grandes vilões da vida moderna. Os níveis elevados de gordura no sangue está associado a diversas doenças, comoinfarto do miocárdio, AVC, depressão e até impotência sexual. Os maus hábitos alimentares, sedentarismo, estresse e o fácil acesso a comidas de pouco valor nutricional são apenas alguns fatores que contribuem para o aumento do colesterol. Nesse sentido, a dieta desempenha um papel importante no controle dos níveis de ácidos graxos no sangue. Se você sofre de colesterol alto ou quer evitar a condição, leia nossas dicas de alimentos que você deve incluir em sua dieta.

1. Salmão. Este e outros peixes gordurosos são ricos emômega-3 e ômega-6, ácidos graxos importantes na redução do colesterol e dos níveis de triglicérides no sangue.

11 alimentos para reduzir o colesterol alto

2. Aveia. Este cereal é rico em betaglucana, uma fibra solúvel que inibe a absorção do colesterol proveniente da dieta, além de promover saciedade, reduzir os níveis de glicemia no sangue e retardar o esvaziamento gástrico. Além disso, a aveia aumenta a proporção de HDL, conhecido como “colesterol bom”.

3. Berinjela. A casca da berinjela é rica em antocianinas, um antioxidante que reduz o colesterol e aumenta a fração de HDL no sangue. Além disso, a berinjela é rica em fibras, que reduzem a absorção de colesterol na dieta. Use-a em saladas e até em sucos.

4. Uva. Essa fruta é rica em resveratrol, um antioxidante que ajuda na redução do colesterol e inibe a agregação de plaquetas, evitando a formação de coágulos no sangue. Além disso, a uva aumenta a proporção de HDL.

5. Chocolate amargo. Essa iguaria é rica em flavonoides, substâncias que reduzem o LDL, chamado de mau colesterol. A ingestão de cerca de 30 gramas por dia fornece as quantidades suficientes de flavonoides necessárias para o corpo.

11 alimentos para reduzir o colesterol alto

6. Azeite de oliva. Este óleo é rico em ácidos graxos insaturados, como o ácido oleico, que regula as taxas de colesterol e de glicemia no sangue. Além disso, o azeite de oliva é rico emvitamina E, um antioxidante que protege contra doenças cardíacas e o desgaste e envelhecimento celular.

7. Sementes oleaginosas. Essa classe inclui as nozes, castanhas e amêndoas. Elas são ricas em gorduras que combatem os altos níveis de colesterol, além de serem ricas em vitaminas e proteínas. A arginina presente nas sementes é um importante vasodilatador, reduzindo os riscos de doenças do coração.

8. Alho. O alho é rico em saponinas, que reduzem o colesterol. Além disso, o alho tem propriedades antibacterianas e vasodilatadoras, reduzindo a pressão alta nos membros periféricos.

9. Quiabo. O quiabo, assim como a berinjela, é rico em fibras solúveis que reduzem o colesterol total. Além disso, estudos revelam que o quiabo reduz a taxa de glicose no sangue, reduzindo o risco de desenvolvimento de diabetes, doença comumente associada ao colesterol alto.

10. Frutas vermelhas. Frutas como morangoamora e framboesa são ricas em antioxidantes que combatem o colesterol e protegem contra doenças cardíacas. Além disso, elas são ricas em fibras que reduzem a absorção de glicose e colesterol. Para completar, as frutas vermelhas são ricas em vitaminas e têm poucas calorias.

11 alimentos para reduzir o colesterol alto

11. Linhaça. A semente de linhaça é rica em ômega-3, ácido graxo que reduz o colesterol total e de LDL do sangue. Ingira a linhaça moída ou triturada, uma vez que a sua casca é resistente à digestão pelo suco gástrico.

Não se esqueça de praticar exercícios físicos regularmente, controlar o estresse e evitar vícios como o cigarro e o álcool. Com essas dicas, você terá muito mais saúde e o seu coração também.

Leia também outras dicas para combater o colesterol alto em nossa página sobre o assunto: Colesterol

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Junk food, gota e raquitismo em alta no reino unido

Junk food, gota e raquitismo em alta no reino unidoLONDRESO Reino Unido está particularmente sendo afetado pela pobreza, como informa o OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), com grandes bolsões importantes de pobreza. Apesar de uma economia forte, o país tem grandes diferenças entre as classes sociais. No nível nutricional, as consequências estão se tornando mais dramáticas, de acordo com os especialistas. De fato, sabe-se que em quase todo Ocidente, muitos dos alimentos baratos, são considerados junk food, ou seja, ricos em gordura e açúcar e com deficiência significativa nutrientes essenciais, como vitaminas e fibras. Em outras palavras, comer alimentos de qualidade é caro, e sempre mais caro no Reino Unido.

Gota e raquitismo

Além da epidemia de obesidade que afeta significativamente o Reino Unido, os especialistas britânicos agora alertam as autoridades por causa do aumento significativo nos casos de gota e raquitismo, uma doença que afeta os ossos e crescimento em crianças, súditos de Sua Majestade, a Rainha. John Middleton, vice-presidente da Faculdade de Saúde Pública, que representa os médicos e trabalhadores, falou na imprensa para pedir mudanças na política nacional de nutrição como a introdução de novos impostos sobre o açúcar, para resolver estes problemas de junk food e da pobreza.

Em um jornal inglês semanal, The Observer, o Sr. Middleton disse: “A desnutrição, raquitismo e outras manifestações de extrema má alimentação tornaram-se importantes e visíveis. Os médicos generalistas abrangem os casos de raquitismo em Manchester ao leste de Londres, e também Birmingham e West Midlands. Esta é uma doença, que pensávamos que tinha ido embora”.

Mr. Middleton escreveu em Maio de 2014 uma carta aberta ao primeiro-ministro David Cameron para informar e destacar o aumento da desnutrição e consumo junk food na sexta maior economia do mundo. De acordo com estes especialistas, mais e mais britânicos não têm dinheiro para se alimentarem corretamente com alimentos de qualidade, um número significativo que também deve se voltar para bancos de alimentos. Os cientistas também notaram um aumento nos preços dos alimentos ao longo dos últimos seis anos.

De acordo com especialistas, a gota está aumentando e explicações de tal aumento ainda são pouco conhecidas em detalhe, mas presume-se fortemente, no entanto, que a obesidade e o consumo junk food podem ter um papel importante. A gota é uma doença inflamatória caracterizada por níveis elevados de ácido úrico no sangue e é extremamente dolorosa durante os períodos de crise. Esta condição muitas vezes afeta a articulação do dedão do pé. Na gota crônica, o tratamento preventivo é geralmente baseado na dose diária de alopurinol.

Classe social e gota

No passado, a gota foi mais conhecida por atingir a aristocracia, como o rei Inglês Henry VIII, e a burguesia, que muitas vezes eram considerados “bons vivants” por comerem muita carne e consumirem muito álcool. Atualmente a gota afeta todas as classes sociais e, especialmente, parece se desenvolver nas classes mais baixas, caracterizadas como observado neste artigo, por um aumento do consumo de junk food e, consequentemente, da obesidade. O luxo, em 2014, não é mais comer carne, mas sim frutas e legumes, pelo menos do ponto de vista puramente nutricional.

08 de setembro de 2014. Artigo originalmente escrito por Xavier Gruffat (farmacêutico) e traduzido por  Matheus Malta de Sá (farmacêutico). Fontes: The Independent, The Lancet. Foto: © KateD – Fotolia.com

Cientistas descobrem proteína que bloqueia a liberação dos vírus hiv e ebola

Cientistas descobrem proteína que bloqueia a liberação dos vírus hiv e ebolaESTADOS UNIDOSO HIV e ebola são certamente duas das mais terríveis doenças virais que afetam a humanidade, e para as quais, infelizmente, ainda não há cura disponível. De acordo com relatório recente da Organização Mundial da Saúde (OMS), HIV fez 1.5 milhões de vítimas fatais em 2012, sendo a 6ª causa mais comum de morte no mundo. Já o número de mortes pelo ebola chegou a 1552 segundo a OMS no último surto da doença que atingiu países da África Ocidental, como Serra Leoa, Libéria e Guiné. A doença também se espalhou para o Senegal, República Democrática do Congo e Sudão.
Durante muitos anos, cientistas têm estudado o ciclo de infecção viral buscando estratégias que ajudem a combater a doença e evitar a infecção de células saudáveis. No caso do HIV, o vírus destrói células saudáveis quando é liberado pela célula infectada. Essa morte celular causa redução da imunidade do paciente, o que o torna suscetível a diversas doenças infecciosas. Já no ebola, a destruição celular causa intensa hemorragia, sobretudo em mucosas (gengiva, nariz, olhos), órgãos internos (estômago, fígado, intestino) e aparelho geniturinário, e o paciente pode morrer pela massiva perda de sangue.

Recentemente, cientistas da Universidade de Missouri nos Estados Unidos descobriram uma proteína que impede que o vírus HIV-1 e ebola sejam liberados pelas células e infectem outras células saudáveis. Essa proteína faz parte da família conhecida como TIM (do inglês transmembrane immunoglobulin and mucin domain) e tem papel importante na interação do vírus com a membrana celular antes de sua liberação pela célula. Interessantemente, essa proteína também auxilia na entrada do vírus em uma célula saudável.

Os cientistas usaram várias técnicas de biologia molecular, bioquímica e microscopia para estudar o fenômeno. Embora a descoberta ajude a entender melhor o mecanismo pelo qual o vírus infecta uma célula e depois é liberado, o cientista que conduziu o estudo, Shan-Lu Liu disse que ainda não é possível saber em qual estágio a interação com a proteína TIM é positiva (isso é, evita a liberação do vírus), ou negativa (facilita sua entrada). Entretanto, o cientista é otimista e acredita que as novas descobertas facilitaram o desenvolvimento de novos medicamentos antivirais que combatam o HIV e o ebola. O estudo completo foi publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, em Julho de 2014.

Quer saber mais sobre o HIV? Veja nossa página completa clicando aqui.

01 de Setembro de 2014. Texto escrito por  Matheus Malta de Sá  (farmacêutico). Fontes: Organização Mundial da Saúde eProceedigns in the National Academy of Sciences.

Uma colonoscopia a cada 10 anos reduz em 40% o risco de câncer colorretal

Uma colonoscopia a cada 10 anos reduz em 40% o risco de câncer colorretalNOVA YORK – A colonoscopia, se realizada a cada 10 anos, pode diminuir em 40% os 1,2 milhões de casos de câncer colorretal diagnosticados a cada ano. O estudo foi realizado pela Escola de Saúde Pública de Harvard e publicado em setembro de 2013 no New England Journal of Medicine. No Brasil  o câncer colorretal matou 13.344 pessoas em um ano (fonte: Instituto Nacional de Câncer- INCA, 2010) e nos Estados Unidos mais de 50.000 pessoas morrerão deste tipo de câncer em 2013 (fonte: CBSNews, 2013).

A colonoscopia é um exame visual do cólon realizado por meio de uma sonda. Em geral, o exame é realizado com anestesia geral. Atua na prevenção do câncer colorretal, ajudando na identificação de pólipos e na remoção imediata deles. Graças a esta técnica há redução na probabilidade de desenvolver câncer de cólon. A colonoscopia é um método de diagnóstico, mas também terapêutico, uma vez que há possibilidade de remoção de pólipos e de outros tecidos tumorais.

No estudo realizado pela Universidade de Harvard, os pesquisadores analisaram os dados de dois grandes estudos que envolviam cerca de 90 mil participantes, os quais foram convidados a preencher um questionário a cada dois anos sobre a sua saúde e mencionar se eles fizeram ou não colonoscopia. Estes dois grandes estudos foram realizados entre 1988 e 2008.

Durante este período, houve cerca de dois mil casos de câncer colorretal e 474 mortes. Tanto a sigmoidoscopia (exame mais rápido, mas menos eficaz) como a colonoscopia, permitem a verificação de tumores na parte inferior do cólon e no reto e estão associados à diminuição no número de mortes e de casos de câncer colorretal.

Observe que só a colonoscopia é capaz de proteger contra os tumores que se desenvolvem na parte superior do cólon e do reto. “De acordo com os nossos cálculos – dizem os autores – se todos os participantes tivessem sido submetidos a uma colonoscopia, haveria 40% menos diagnósticos desses tumores”.

Os pesquisadores recomendam a realização de uma colonoscopia a cada 10 anos a partir dos 50 anos de idade, salvo recomendação médica (algumas pessoas devem efetuar este exame antes dos 50 anos, por exemplo, quando há histórico de câncer na família).

A ingestão de vitamina D, o controle de peso, uma dieta saudável e equilibrada, rica em frutas e legumes e a prática de exercícios físicos regularmente são igualmente importantes na prevenção do câncer colorretal, de acordo com o Dr. Ogino, que participou do estudo e colabora para a  mídia americana CBSNews.

Por Xavier Gruffat – farmacêutico, 30 de setembro de 2013, Copyright foto: Fotolia.com

Informações sobre o estudo (meta dados)

Nome do estudo (geralmente em inglês)

Data da publicação Mídia Instituição, Universidade
Long-Term Colorectal-Cancer Incidence and Mortality after Lower Endoscopy 19.09.13 New England Medical Journal

Harvard School of Public Health (USA)

Carência de vitamina d associada ao mal de alzheimer

Carência de vitamina d associada ao mal de alzheimerLONDRESA vitamina D de fato a vitamina da moda nos últimos anos, como o Criasaude já falou em váriosestudos relacionados. A falta desta vitamina, que é obtida naturalmente especialmente após a exposição à luz solar (UVB) e quantidades menores através da dieta, bem como suplementos nutricionais, é a causa muitas doenças tais como ocâncer, a osteoporose ou a esclerose múltipla. Um estudo britânico mostrou que a deficiência de vitamina D em idosos está associada com um risco aumentado de doença de Alzheimer em cerca de 70%.
Mas atenção, como na maioria dos estudos sobre a vitamina D, um achado ou observação não é necessariamente um sinal de uma relação de causa e efeito. Em outras palavras, não se sabe ainda se baixos níveis de vitamina D no sangue é a consequência de problemas de saúde, ou se a deficiência faz com que doenças como estre estudo demonstra. Os próprios pesquisadores dizem que é muito cedo para receitar vitamina D na prevenção de demência, incluindo a doença de Alzheimer.

Estudo em detalhes, o risco de demência

Este estudo foi conduzido por pesquisadores britânicos da Universidade de Exeter. Seu trabalho foi publicado na revista americana Neurology. O estudo incidiu sobre 1658 participantes com idade superior a 65 anos e residente nos Estados Unidos. Após 6 anos de observação os pesquisadores descobriram que 171 participantes tinham desenvolvido demência, incluindo 102 com a doença de Alzheimer. Lembremos que o Alzheimer é a principal forma de demência.

Ao analisar a concentração de vitamina D no sangue (veja o nosso relatório sobre a dosagem de vitamina D), os cientistas observaram que os participantes com deficiência moderada de vitamina D eram 53% mais propensos a sofrer de demência, e aqueles com deficiência severa tiveram 125% mais risco. No que diz respeito ao Alzheimer em particular, houve aumento do risco de 69% de participantes com deficiência moderada de vitamina D, e 122% nos pacientes com deficiência severa.

Os investigadores ficaram surpresos

O líder do grupo do projeto, David Llewellyn, comentou sobre o estudo: “Esperávamos encontrar uma associação entre baixos níveis de vitamina D e o risco de Alzheimer, mas os resultados são duas vezes mais elevados do que o que havíamos antecipado”. Este não é o primeiro estudo que mostra uma relação entre baixos níveis de vitamina D e a doença de Alzheimer, mas de acordo com os autores, este é o mais abrangente e conclusivo (fonte BBC).

Vitamina D, para consumir sem moderação

O Criasaude aconselha seus leitores a consumirem um suplemento dietético diário com vitamina D para uma saúde melhor. No verão, a exposição ao sol entre as 11 e 15 horas 3-4 vezes por semana por cerca de 15-20 minutos sem protetor solar também é recomendado para preencher os estoques desta vitamina durante muitos meses (até o inverno), mas atenção para não pegar uma queimadura solar. Com a idade, a produção de vitamina D pelo sol torna-se menos eficaz, como em pessoas com pele escura (negra). Em tais casos, o suplemento alimentar é altamente recomendável, pois poucos alimentos contêm vitamina D em quantidades suficientes.

Leia também nossa página completa sobre vitamina D.

19 de Agosto de 2014. Texto originalmente escrito por Xavier Gruffat (farmacêutico) e traduzido por Matheus Malta de Sá  (farmacêutico). Fonte: ATS, BBC, CBSNews.com

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30.05.2022

Ministério da saúde atinge meta de vacinação contra gripe

Ministério da saúde atinge meta de vacinação contra gripeBRASÍLIA, DF – Uma das doenças mais prevalentes no inverno é a gripe, causada pelo vírus influenza. A vacinação é uma maneira eficaz de evitar a gripe e deve ser tomada anualmente, uma vez que a imunização dura de 6 a 12 meses após a tomada da vacina. Nesse ano, o Ministério da Saúde estabeleceu a meta de vacinar 80% do público-alvo. Até o momento, mais de 41,7 milhões de pessoas já se vacinaram contra a influenza, o que representa uma cobertura de 84%. A vacina contra a gripe está disponível nos postos do Sistema Único de Saúde (SUS), desde o dia 22 de abril, para os integrantes do grupo prioritário ( 49,6 milhões de pessoas).

O público-alvo é formado por crianças de seis meses a menores de cinco anos; pessoas com 60 anos ou mais; trabalhadores de saúde; povos indígenas; gestantes; puérperas (até 45 dias após o parto); população privada de liberdade; funcionários do sistema prisional e pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis. Este grupo recebe prioridade pois as pessoas contidas nele são mais propensas a desenvolver formas graves da doença.

gripe

O ministro da Saúde Arthur Chioro destacou que é muito importante atingir uma cobertura dessa magnitude pelo impacto que ela tem, não só na redução das internações, mas também na redução de números de casos graves de gripe. Além disso, a vacinação poupa vidas da mortalidade. O ministro ainda ressaltou que é uma grande alegria saber que o país e o Sistema Único de Saúde conseguiram mais uma vez atingir essa meta importante. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, a gripe causa comprometimento grave em 3,5 milhões de pessoas ao ano.

A vacinação ainda continua naqueles municípios que não alcançaram a meta de 80% de cobertura, de acordo com recomendação do Ministério da Saúde lançada no dia 8 de maio.

Os estados com as maiores coberturas do público-alvo vacinado são Goiás – com 92,6% – seguido por Santa Catarina (90,32%) e Paraná (90,28%).

O grupo de mulheres pós-parto (puérperas) registrou a maior cobertura vacinal, com 381,7 mil doses aplicadas, o que representa 106,6% deste público. Os grupos das gestantes (75,4%) e das crianças menores de cinco anos (80,6%) apresentam uma menor cobertura.

Medidas de prevenção

lavar as mãos várias vezes ao dia

Além da vacinação, cuidados simples ajudam a prevenção da doença, como lavar as mãos várias vezes ao dia, cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar, evitar tocar o rosto e não compartilhar objetos de uso pessoal. A influenza é uma doença muito comum, acometendo milhões de pessoas em todo o mundo, todos os anos, com maior transmissão durante o período do inverno.

A transmissão da gripe acontece por meio do contato com secreções das vias respiratórias, durante a fala, tosse ou espirro. Além disso, ela também ocorre através de contato das com objetos contaminados (maçanetas, talheres, copos), e destas com as mucosas da boca, nariz e olhos. Em pessoas dos grupos prioritários, a gripe pode apresentar complicações que levam a quadros graves, com necessidade de hospitalização.

Em caso de síndrome gripal, deve-se procurar um serviço de saúde o mais rápido possível. Também é importante lembrar que, mesmo pessoas vacinadas, ao apresentarem os sintomas da gripe – especialmente as integrantes de grupos mais vulneráveis às complicações – devem procurar, imediatamente, o médico.

O Ministério da Saúde distribuiu aos estados 53,5 milhões de doses da vacina que protegem contra os três subtipos do vírus mais comuns no inverno passado: A/H1N1; A/H3N2 e influenza B. Embora a vacina seja segura, ela é contraindicada para pessoas que têm alergia ao ovo. Segundo estudos, a imunização pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.

Leia também: Vacinação Gripe A

15 de Julho de 2014. Texto escrito por Matheus Malta de Sá (Farmacêutico, USP). Fonte: Ministério da Saúde e Portal Brasil.

9 alimentos para ter cabelos fortes e bonitos

9 alimentos para ter cabelos fortes e bonitosTer cabelos bonitos agrada a todo mundo. Muito mais que usar cosméticos de marcas famosas, a qualidade do cabelo é também determinada pelo tipo de alimentação que a pessoa ingere. Certos alimentos ajudam o cabelo a crescer com brilho, força e evita até a queda indesejada. Leia nossa lista de alimentos que dão vida ao cabelo e saiba onde obtê-los.

1. Cenoura. A cenoura possui dois nutrientes importantes para o cabelo: betacaroteno e vitamina A. A vitamina A age como antioxidante, combate radicais livres, e atua nas células do couro cabeludo, ajudando a renovação, reduzindo a oleosidade e fortalecendo o crescimento do cabelo. O betacaroteno, além de ter ação antioxidante, reduz a perda de pigmentos que deixam o cabelo grisalho. Outras fontes são alimentos de cor alaranjada, como abóboras, manga, e folhas verdes, como espinafre.

2. Salmão. Esse peixe é rico no ácido graxo essencial ômega-3 e selênio. Esses dois nutrientes combatem inflamações do couro cabeludo e protegem contra antioxidantes. Além disso, o salmão tem alto conteúdo de proteínas, que são macronutrientes essenciais para o fio do cabelo.

3. Leite e derivados. Esses alimentos fornecem diversos nutrientes que ajudam no fortalecimento do cabelo, e crescimento saudável do fio. Entre eles podemos citar o zinco, ocálcio, ferro e vitaminas do complexo B.

Leite e derivados.

4. Frutos do mar. Esse alimento é rico em zinco, componente que ajuda no crescimento e formação das fibras de cabelo, formando fios mais resistentes.

5. Cereais integrais. Cereais como aveia, trigo, cevada, dentre outros, são ricos em vitaminas do complexo B. Essas vitaminas são fundamentais no crescimento do cabelo e ajudam na renovação das células do couro cabeludo, evitando o acúmulo de células mortas e excesso de oleosidade. Além disso, os cerais integrais são ricos em biotina, nutriente fundamental para o crescimento do cabelo

6. Sementes oleaginosas. Sementes como castanha-do-pará, nozes, avelãs e amêndoas são ricas em proteínas, fundamentais para a formação do fio de cabelo, e cobre, que atua na formação do colágeno e elastina, resultando em cabelos mais resistentes e brilhantes. A carência de cobre pode resultar em queda de cabelo e falta de pigmentação.

7. Farelo de trigo. Esse alimento é rico em selênio, mineral que atua como antioxidante, prevenindo o envelhecimento que causa queda e falta de pigmentação do cabelo. Outras fontes são ostras, gema de ovo e peixes.

8. Folhas verdes escuras. Folhas como espinafre, almeirão, chicória e rúcula são ricas em ferro. Esse mineral é essencial para o transporte de oxigênio às células, e sua deficiência causa anemia, enfraquecimento, ressecamento e queda do cabelo. Outras fontes de ferro são as frutas secas, feijões, carne, fígado, ovos, frutos do mar e cereais enriquecidos.

9. Frutas cítricas. Elas são ricas em vitamina C, nutriente antioxidante que remove radicais livres e reduz o envelhecimento celular. Além disso, a vitamina C é essencial na produção do colágeno, um dos principais componentes do fio do cabelo. Você pode encontrar a vitamina C em laranjas, acerola, caju, limão e até mesmo em legumes como pimentão.

Frutas cítricas.

O ideal para ter cabelos fortes e saudáveis é ter uma dieta balanceada que inclua todos os nutrientes, rica em proteínas, vitaminas e minerais.

Quer saber mais cabelos? Leia nossos artigos: 10 dicas para ter cabelos sempre bonitos10 dicas para cuidar de cabelos cacheados12 dicas para cuidar de cabelos lisos.

Leia também como evitar a queda de cabelo em homens e mulheres.

10 malefícios dos refrigerantes

10 malefícios dos refrigerantesRecentemente, uma famosa marca de refrigerantes foi acusada por um consumidor que diz ter encontrado um rato dentro da garrafa. O caso ganhou a mídia nacional e a acusação ainda está em processo. Os refrigerantes, de fato, escondem muito mais coisas que são prejudiciais à saúde além do possível rato. Veja a seguir quais os malefícios os refrigerantes podem trazer à saúde.

1. Osteoporose. Os refrigerantes de cola possuem ácido fosfórico, um composto químico que aumenta a acidez do sangue. Para neutralizar esse aumento, o organismo utiliza o cálcio dos ossos, propiciando a osteoporose. Um estudo feito com mulheres que bebia apenas 3 refrigerantes de cola por semana revelou que elas perderam, em média, 4% de massa óssea de regiões do quadril.

2. Diabetes. Os refrigerantes possuem quantidades elevadas de açúcar, que aumentam o nível de glicose no sangue e a resistência à insulina. Esses fatores combinados elevam o risco de desenvolvimento de diabetes do tipo 2. Além disso, o consumo excessivo de açúcar leva a outros problemas como obesidade e aumento de triglicérides no sangue.

3. Doença cardiovascular. A combinação de obesidade, aumento de glicose e gordura no sangue eleva o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares, como aterosclerose, acidente vascular cerebral e infarto do miocárdio. Um estudo realizado em Harvard revelou que o consumo diário de refrigerantes aumenta em 20% o risco de infarto durante um período de 22 anos.

4. Cárie. Os níveis elevados de açúcar e de ácido nos refrigerantes prejudica a saúde dos dentes e corrói o esmalte. Além disso, há risco de desenvolvimento de doenças da gengiva, como a gengivite.

10 malefícios dos refrigerantes

5. Gastrite. O ácido presente nos refrigerantes, usado para dar gás à bebida, ataca as células gástricas, causando azia e gastrite. O uso constante acidifica o conteúdo gástrico provocando a incômoda doença. Se não tratada adequadamente, a gastrite pode evoluir para úlceras estomacais

6. Insônia. O alto teor de açúcar dos refrigerantes interfere com o ciclo circadiano e provoca insônia. Além disso, muitos refrigerantes têm elevados teores de cafeína.

7. Pressão alta. Refrigerantes de cola e guaraná possuem cafeína que quando consumidas em excesso e constantemente, provocam aumento da pressão. A pressão alta é um fator de risco para o infarto e desenvolvimento de outras doenças cardíacas.

8. Câncer. Os refrigerantes possuem diversas substâncias usadas para dar cor à bebida. Esses aditivos químicos são tóxicos para as células do organismo, causando agressões e propiciando o surgimento de câncer. Um recente estudo escocês associou o consumo de refrigerantes ao surgimento de câncer intestinal e colorretal. No Brasil, refrigerantes de cola possuem 67 vezes mais corante caramelo IV (um composto causador de câncer) que os vendidos nos Estados Unidos. Um estudo sueco publicado na revista científica American Journal of Clinical Nutrition apontou que uma lata de refrigerante por dia (cerca de 325 mL), aumenta o risco de homens desenvolveram câncer de próstata em 40%.

9. Envelhecimento precoce. O fosfato presente no refrigerante, além de causar osteoporose, prejudica funções renais e musculares. Um estudo recente também concluiu que o consumo em excesso dessa substância causa envelhecimento precoce das células.

10 malefícios dos refrigerantes

10. Infertilidade. Os refrigerantes são acondicionados em latas de alumínio, que por sua vez são revestidas com uma resina chamada bisfenol (BPA). O bisfenol tem sido associado a problemas hormonais que levam à infertilidade, desenvolvimento de câncer e obesidade.

Os refrigerantes light e diet não estão fora da vasta lista de malefícios. Eles possuem ácido fosfórico, corantes e outros componentes químicos que causam descalcificação, elevação da acidez do sangue e do estômago, aumento da pressão alta e etc. O melhor a se fazer é evitar o consumo de refrigerantes e substitui-los por água ou suco de frutas. Recentemente o México aprovou uma lei para taxar os refrigerantes e fast food. O México tem um índice de obesidade maior que os Estados Unidos, com 32% da população sendo considerada obesa (IMC > 30). Esta nova lei, vista com bons olhos pela Organização Mundial de Saúde, visa reduzir a epidemia de obesidade. A doença causa diabetes, que já matou 500 000 de pessoas nos últimos 7 anos no México.

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Epidemia de Ebola está fora de controle

Epidemia de Ebola está fora de controleÁFRICA OCIDENTAL – A atual epidemia de Ebola pode ser considerada a maior epidemia do vírus já registrada. Em termos de distribuição geográfica, pessoas infectadas e mortes, não há precedentes e está fora de controle, de acordo com o diretor de operações de MSF.

O primeiro caso confirmado deste surto do vírus ebola ocorreu na Guiné em uma área perto de florestas, acreditasse que a primeira infecção tenha ocorrido em fevereiro. Atualmente já existem casos reportados em 60 localidades diferentes, espalhadas por 3 países: Guiné, Serra Leoa e Libéria. De acordo com o relatório de 3 de julho da Organização Mundial da Saúde (OMS), o vírus já atingiu 779 pessoas e causou 481 mortes.

A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF), principal ONG que trabalha nas aeras infectadas pelo vírus ebola, alerta que a epidemia está fora de controle: “Com o surgimento de outras localidades afetadas na Guiné, em Serra Leoa e na Libéria, há um risco real de proliferação da doença para outras regiões”, afirma Dr. Bart Janssens, diretor de operações de MSF.

O vírus ebola é considerado um dos mais perigosos, pois a taxa de mortalidade pode chegar a 90%, não há vacina ou cura. O tratamento é baseado na hidratação e tratamento dos sintomas, além de medidas preventivas, como quarentena do doente e das pessoas que entraram em contato com o doente.

Esta é a primeira vez que o vírus ebola aparece na Guiné, portanto a população ainda está assustada com a doença e com os métodos de prevenção, que contam com equipamentos e instalações de saúde específicos para o isolamento.

Outra complicação no controle da doença é que os casos estão espalhados tanto na zona rural como na zona urbana, inclusive na capital da Guiné, onde vivem milhões de pessoas. Além disso, a OMS também considera que o a alta movimentação entre as fronteiras, hábitos culturais de sepultamento, resistência da população perante às medidas de prevenção e a grande região territorial que o vírus já se espalhou, são fatores responsáveis pela contínua propagação da doença na região.

Atualmente centenas de pessoas que tiveram contato com pacientes infectados estão sendo monitoradas por equipes de saúde. Eles têm que ser observados de perto por 21 dias antes de receber alta. Nesta segunda-feira (7), o Ministério da Saúde de Gana informou que está com um caso suspeito de ebola em observação.

O vírus ebola pode chegar à Copa do Mundo do Brasil?

Apesar de ser possível que o vírus ebola chegue ao Brasil, as chances disto ocorrer são muito baixas. Este vírus, foi identificado pela primeira vez em 1976 no Congo, perto do rio Ebola, desde então nunca foi reportado um caso em humanos fora do continente africano.

O Ministério da Saúde informou que acompanha, por meio de dados repassados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o surto de ebola registrado na África Ocidental. Segundo o ministério, não há casos da doença confirmados no Brasil, mesmo com o grande fluxo de turistas estrangeiros em razão da Copa do Mundo, o risco de transmissão no país é considerado baixo.

Segundo a OMS, o risco de disseminação da doença é considerado alto nos países que fazem fronteira com Guiné, Serra Leoa e Libéria; moderado no restante do Continente Africano e baixo no restante do mundo.

O Ministério da Saúde lembrou ainda que a própria OMS não pediu, até agora, para que as pessoas evitem viajar para a região africana afeta, devido ao surto do vírus, e que não há razão para “causar nenhum alarde”.

8 de julho de 2014, © Alliance – Fotolia.com.
Escrito por Adriana Sumi (Farmacêutica, USP, São Paulo).