A fitoterapia é uma ciência que se ocupa do tratamento das doenças através de plantas medicinais (ervas medicinais). Ver definição fitoterapia
As plantas medicinais são cada vez mais utilizadas, mas é importante saber que as plantas, assim como os medicamentos, podem levar a Erva-de-são-joão. É, portanto, importante se informar corretamente antes de se tratar com uma planta.
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Ver também: Definição fitoterapia - Jardim Botânico de Plantas Medicinais no Rio de Janeiro - Jardim Botânico de Plantas Medicinais de Bauru (SP)
Encontre a planta medicinal (plantas medicinais) mais adequada para o tratamento da sua doença !
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| A |
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acne, afta, Alzheimer, ansiedade, artrite, artrite reumatóide, artrose |
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| B |
| bronquite |
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| C |
| cálculos urinários, candidíase, caspa, cistite, cólicas menstruais, constipação |
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| D |
| dengue, depressão, diarréia, dor de barriga, dor de cabeça, dor de garganta, dor nas costas |
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| E |
| endometriose, enxaqueca, estresse |
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| F |
| fadiga, febre, febre do feno |
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| G |
| gastroenterite, gota, gripe |
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| H |
| hematomas, hemorróidas, hepatite, hepatite B, herpes labial, herpes zoster, hiperidrose, hipertensão, hipotensão |
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| I |
| insônia |
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| L |
| luxação |
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| M |
| malária, mau hálito, menopausa, micose das unhas |
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| N |
| náuseas e vômitos |
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| O |
| obesidade, onicomicose |
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| P |
| panarício, parar de fumar, pé de atleta, pele seca, pernas pesadas, picadas de inseto, piolho, pneumonia, psoríase |
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| Q |
| queda de cabelos, queimação do estômago, queimadura, queimadura solar |
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| R |
| resfriado, rouquidão |
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| S |
| sinusite, sobrepeso |
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| T |
| tendinite, tensão pré-menstrual, tosse |
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| V |
| varizes, verrugas |
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| Z |
| zumbido |
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Plantas do Brasil
açaí, acerola, barbatimão, catuaba, copaíba, espinheira-santa, guaco, guaraná, mamão papaia, pitangueira, jurubeba
Plantas medicinais do SUS
12 plantas medicinais que estão na lista de remédios oferecidos no SUS (Sistema Único de Saúde) no Brasil (em Março de 2012):
aloe ou babosa (queimaduras, psoríase), hortelã (síndrome do cólon irritável), salgueiro ou salgueiro-branco (dor lombar), guaco (bronquite, tosse), espinheira-santa (gastrite, úlcera duodenal), alcachofra (dispepsia funcional, hipercolesterolemia), aroeira (uso ginecológico), cáscara sagrada (obstipação intestinal), garra-do-diabo (dor lombar baixa aguda, artrose), isoflavona-de-soja ou soja (sintomas do climatério), unha-de-gato (artrite e artrose), plantago ou psyllium (obstipação intestinal, síndrome do cólon irritável).
Fitoterapia
Definição de Fitoterapia
Do ponto de vista etimológico, o termo “fito” de fitoterapia vem do grego antigo, com o termo mais preciso para “phyton”, que significa “vegetal”. Fitoterapia é a “terapia pelo vegetal ou do mundo vegetal”, hoje consideramos mais fitoterapia como ”terapia das plantas”.
O que é Fitoterapia ?
A fitoterapia é dividida em dois tipos principais de acordo com o site Wikipedia.org:
Uma prática tradicional, às vezes, muito antiga, baseada na utilização de plantas, as quais tiveram suas virtudes descobertas empiricamente. Segundo a OMS, a fitoterapia é considerada como uma terapia tradicional, e é muito utilizada nos países em desenvolvimento. É uma medicina não convencional, devido à ausência de estudos clínicos.
Uma prática baseada em pesquisas avançadas e em provas científicas de extratos ativos de plantas. Os extratos ativos identificados são padronizados. Essa prática faz com que os fitoterápicos sejam reconhecidos e estejam de acordo com os regulamentos em vigor no país. A sua circulação está sujeita à autorização de colocação no mercado para produtos acabados, e à regulamentação de matérias primas farmacêutica para preparações magistrais de plantas medicinais, sendo essas manipuladas apenas em farmácias. Falamos de Farmacognosia e Biologia farmacêutica.
Mundialmente, estima-se que existam cerca de 35.000 espécies de plantas medicinais.
Princípios ativos
São substâncias químicas encontradas nas plantas, que agem isoladamente ou em conjunto para uma ação terapêutica (fonte: Jardim Botânico Bauru, SP).
Os medicamentos convencionais e a fitoterapia, qual o lugar deles ?
Você deve saber que mais de um terço dos medicamentos conhecidos como químicos ou alopáticos (encontrados nas farmácias), provem originalmente das plantas. A molécula é utilizada tanto na sua forma original, quanto pode ser modificada por um químico (por exemplo, a aspirina).
Esse é sobretudo o caso de alguns medicamentos antigos, e de alguns medicamentos utilizados hoje, contra o câncer (por exemplo, o extrato de taxol). Por enquanto, a maioria dos novos medicamentos é produzida por processos químicos e matemáticos muito complexos (síntese), no qual são produzidas milhões de moléculas até o final, sendo selecionadas apenas algumas para realização de ensaios clínicos.
Exemplos de medicamentos com origem fitoterápica:
- A aspirina tem sua origem na planta salgueiro e contém uma molécula de ácido acetilsalicílico. O ácido salicílico é um composto do salgueiro, o qual é transformado quimicamente em ácido acetilsalicílico (aspirina), tendo essa transformação química sido descoberta por um químico alemão da empresa Bayer.
- A digitalina, que vem da planta dedaleira, é utilizada na insuficiência cardíaca.
- A papoula é uma planta que contém muitos alcaloides. Estes grupos de substâncias nitrogenadas (contém uma molécula de nitrogênio) são a base de muitas moléculas que agem sobre o sistema nervoso. Algumas são, infelizmente, muito perigosas e ilegais (heroína), mas existem moléculas que possuem uma solução extraordinária na luta contra a dor, no caso a morfina. Esta molécula é isolada a partir da planta papoula. Também pode ser extraída dessa planta a codeína, uma molécula de ação central e muito eficaz contra a tosse seca e a dor (na verdade, esta molécula é transformada na maioria das pessoas em 10% de morfina).
Mais recentemente, uma molécula virou notícia: a artemisina. Esta substância é extraída de uma planta que cresce na China, a Atermisia annua L. Esta molécula é muito eficaz em associação com outros tratamentos, na luta contra a malária (que causa milhões de mortes por ano). Artemisia annua é uma planta chinesa que há alguns anos deixou a medicina tradicional chinesa e passou a ser empregada com sucesso nos laboratórios farmacêuticos ocidentais. Esta molécula ilustra o potencial incrível das plantas medicinais na luta contra doenças graves. Enquanto investimos pesadamente em técnicas de laboratório para triagem de moléculas (técnica que combina química e informática) para desenvolver um número astronômico de moléculas, a fitoterapia oferece uma alternativa surpreendente. Isso explica o grande interesse geoestratégico, mas também, como vemos, do potencial fitoterápico desse “ouro verde” da China e de sua capital econômica Shangai!
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